PF investiga Corretora de Seguros vítima de esquema milionário

PF investiga Corretora de Seguros vítima de esquema milionário

2 de dezembro de 2020 0 Por admin

A Polícia Federal em São Paulo deflagrou na manhã desta quinta (26) a 13ª fase da Operação Descarte, denominada Canal Seguro, para investigar uma organização criminosa dedicada à gestão fraudulenta e ao desvio de valores de instituição financeira, além de crimes contra a ordem tributária e lavagem de ativos. As informações são do Estadão, em matéria publicada no dia 26/11.

A vítima do grupo em questão foi uma corretora de seguros, responsável pela venda de seguros anunciados por empresa pública federal, diz a PF

De acordo com as investigações, ao longo de três anos, três dos diretores da companhia teriam praticado atos de gestão fraudulenta e desviado valores que podem chegar a R$ 28.300.069,21, mediante diversas transferências a título de pagamento por prestação de serviços, superfaturados ou que na verdade não foram realizados.

A Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 27 milhões dos investigados, além do sequestro de um apartamento no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 5,5 milhões. Além disso, os três diretores diretamente envolvidos nas fraudes investigadas tiveram a suspensão do exercício da atividade de natureza econômica ou financeira decretada.

Os nomes dos diretores e a corretora envolvidos não foram divulgados.

A Polícia Federal em São Paulo deflagrou na manhã desta quinta (26) a 13ª fase da Operação Descarte, denominada Canal Seguro, para investigar uma organização criminosa dedicada à gestão fraudulenta e ao desvio de valores de instituição financeira, além de crimes contra a ordem tributária e lavagem de ativos. As informações são do Estadão, em matéria publicada no dia 26/11.

A vítima do grupo em questão foi uma corretora de seguros, responsável pela venda de seguros anunciados por empresa pública federal, diz a PF

De acordo com as investigações, ao longo de três anos, três dos diretores da companhia teriam praticado atos de gestão fraudulenta e desviado valores que podem chegar a R$ 28.300.069,21, mediante diversas transferências a título de pagamento por prestação de serviços, superfaturados ou que na verdade não foram realizados.

A Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 27 milhões dos investigados, além do sequestro de um apartamento no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 5,5 milhões. Além disso, os três diretores diretamente envolvidos nas fraudes investigadas tiveram a suspensão do exercício da atividade de natureza econômica ou financeira decretada.

Os nomes dos diretores e a corretora envolvidos não foram divulgados.

Notícias | 26 de novembro de 2020 | Fonte: CQCS