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                                  CUIDADO, ISTO NÃO É SEGURO!.

A contratação do seguro pode virar dor de cabeça em vez de garantir a tranquilidade do consumidor.

Desde as primeiras matérias postadas nesse blog, há sete anos, vimos denunciando essa “pouca vergonha”, cujo ônus da irresponsabilidade está sempre sobrando para o consumidor. É vergonhosa a frequência das fraudes e o descaso que vêm afetando o usuário de seguros de automóvel.

Volto ao assunto pelo  significante  índice dos  registros que recebemos neste blog, por parte daqueles que se sentem lesados pelos fraudadores do seguro pirata. São consumidores  leigos no assunto, que acabam vítimas de verdadeiras ‘arapucas’ e com frequência, assumem silenciosamente os prejuízos ou enfrentam causas que se estendem por longo tempo no Judiciário.

Ignorando a legislação e normas que protegem o consumidor de seguros no país, dezenas de associações e cooperativas de “proteção veicular” vem atuando livre e irregularmente no mercado de seguros, sem respaldo da lei ou amparo de reservas técnicas que possam garantir a indenização dos supostos “seguros” que vem sendo comercializados sem controle.

Na tentativa de acabar com a “farra do boi”, o Deputado Federal Lucas Virgilio, Doutorado no assunto por ser também Corretor de seguros, Autor do  PL 3.139/2015,  que pede o fim da atuação das tais associações e cooperativas de “proteção automotivas”, estará empenhado  na “comissão especial” destinada a proferir parecer  ao Projeto Lei referido, que ocorrerá nesta terça feira dia 29. Mas as tais associações e cooperativas não perdem tempo e fazem pressão articulando politicamente nos corredores da Câmara dos Deputados.

O fato é que precisamos criar meios para divulgar as falcatruas existentes na comercialização do seguro e conscientizar mais a população de como fazer um seguro bem feito, de forma que o cidadão não precise buscar meios jurídicos para obter o ressarcimento do seguro. Estou sempre alertando que seguro é “coisa” séria! O consumidor precisa saber a quem está confiando a preservação do seu patrimônio, não adianta fazer um “seguro” barato e se precisar utilizá-lo, ter aborrecimentos, ter que recorrer aos órgãos de defesa do consumidor ou judiciário.

Devemos fazer seguro com quem entende do assunto, com especialista, um corretor que possua tradição de bons serviços prestados.