pirataHá muito tempo que as vendas das apólices de seguros deixaram de ser prerrogativa exclusiva do Corretor de seguros, certificado e regida por legislação específica.

Assim, casas comerciais de diversos segmentos como; bancos, empresas de cartões de crédito, magazines,correios,incluem na comercialização dos seus produtos e serviços, o seguro como um item á  mais em seus segmentos de vendas.

Ocorre que muitos desses agentes não compõem de fato o universo da indústria de seguros, não possuem conhecimento e especialização técnica necessária, comprometendo a eficiência e agilidade no atendimento de pós venda do seguro, resultando em prejuízo ao segurado.

 Tem agente bancário vendendo seguro para cumprir metas, e muitos sem entender exatamente o que é o seguro!. Eles evitam entrar nesses detalhes, assim como fogem das explicações sobre os direitos e deveres das partes, especialmente do essencial: a entrega do produto ao cliente, digo, o compromisso no atendimento do pós venda.

Não bastasse ás consequências do atual cenário da economia refletido também no crescente índice de marginalidade, carreando aumento significativo na sinistralidade, o Corretor ainda enfrenta concorrência como o pirateado mercado de vendas de seguros, pelas associações e cooperativas de “proteção”, que passam por seguradora.

 Ocorre que quem compra seguro quer tranquilidade, por isto tem que fazer negócio às claras, com transparência. O consumidor precisa conhecer o que está comprando, as coberturas da apólice, modalidades de franquia, carências, assistência 24hs, etc. Isso é dever e compromisso do Corretor de seguros e seus prepostos legais.

Nesse sentido é indispensável conhecer os procedimentos que definem o perfil do condutor, as cláusulas acessórias e adicionais que compõem seguro, formas de reposição do bem, os direitos e os deveres de quem vende e de quem compra seguro. Essa segurança, o consumidor só vai obter negociando com o Corretor que possui tradição de bons serviços prestados, ou com seus prepostos, consultores de seguros bem treinados e especializados nas diversas ramificações do seguro.

Assim, na eventualidade do sinistro, as surpresas e consequentes transtornos, não vão afetar o cliente. Afinal, se não for o Corretor de seguros, quem vai defender os interesses do segurado? um atendimento eletrônico “8 ou 80”?.

 Embora muitos bancos sejam idôneos e possuidores credibilidade, o fato é que o negócio do banco é vender dinheiro e não seguro!. Muitas vezes o seguro ofertado pelo banco é aparentemente “mais barato”, mas basta checar todos os itens ofertados na proposta, para concluir que no mínimo as coberturas e demais garantias não atendem de fato o cliente.

E você Corretor, precisa de mais argumentos para convencer seu cliente que não é um bom negócio fazer seguro com esses agentes?.