Artigos e Comentários

ESTRUTURA DO MERCADO DE SEGUROS NO BRASIL

O Sistema Nacional de Seguros Privados, instituído pelo Decreto-Lei n.º 73, de 1966, e alterado por legislações posteriores, tem a seguinte composição:

Além das instituições que compõe o Sistema Nacional de Seguros Privados, cabe destacar outras três importantes entidades que integram o mercado de seguros, previdência complementar aberta e capitalização:

Sociedades autorizadas a operar em seguros privados

São entidades constituídas sob a forma de sociedades anônimas, especializadas em pactuar contrato por meio do qual assumem a obrigação de pagar ao contratante (segurado) ou a quem este designar uma indenização caso ocorra o risco indicado e temido, recebendo para isso o prêmio estabelecido.

As seguradoras precisam de aprovação governamental para operar, bem como aprovação específica da Susep para cada um de seus produtos. No caso das seguradoras de saúde, a autorização cabe à Agência Nacional de Saúde (ANS). As seguradoras devem manter provisões, em conformidade com os critérios estabelecidos pelo CNSP.

Os investimentos que garantem tais provisões devem ser diversificados de acordo com as normas impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

A autorização para que as seguradoras possam operar é dada pelo Ministério da Fazenda, depois que um pedido é apresentado à Susep e submetido ao CNSP.

Qualquer alteração proposta ao estatuto social de seguradoras – ou qualquer consolidação, fusão ou operação semelhante – também precisará ser submetida à Susep e, em alguns casos, ao Ministério da Fazenda, para aprovação.

As seguradoras não podem abrir filiais ou agências no exterior sem a autorização do Ministério da Fazenda. Caso mantenha filiais ou agências fora do Brasil, a seguradora deve:

  • manter os resultados de suas operações no exterior separadamente de suas contas;
  • apresentar relatório detalhado à Susep sobre os resultados no exterior;
  • apresentar prova de que as demonstrações contábeis relativas às filiais e agências no exterior foram aprovadas pelas autoridades estrangeiras competentes.

As sociedades seguradoras estão organizadas na Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), criada em agosto de 2008.

A entidade também reúne a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), conforme as grandes linhas demarcatórias do mercado.

A CNSeg tem como missão congregar as principais lideranças, coordenar ações políticas, elaborar o planejamento estratégico do setor e representar o segmento junto às entidades internacionais.

A Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização (Fenaseg) ainda continua sendo a entidade de representação sindical do mercado segurador. A ela estão filiados os oito Sindicatos Regionais – Bahia (Sergipe/Tocantins), Minas Gerais, Pernambuco (Norte/Nordeste), Paraná, Rio de Janeiro/Espírito, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Corretores habilitados:

São pessoas físicas ou jurídicas legalmente autorizadas a intermediar contratos de seguros, ou seja, angariar e promover contratos de seguros entre as sociedades seguradoras e as pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, sendo remunerados por meio de comissão (porcentagem) sobre o valor do prêmio pago pelo segurado.

Os corretores são empresas ou profissionais liberais sem vínculos com as seguradoras, por isso mesmo, melhor posicionados para defender os interesses dos segurados.

A profissão foi regulamentada pela Lei nº 4.594, de 29/12/64, e seu exercício depende de prévia obtenção de título de habilitação concedido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Para a obtenção de tal título, a Susep exige a conclusão de curso técnico-profissional de seguros, oficial ou reconhecido, e a prestação de exame nacional promovido pela Escola Nacional de Seguros, responsável no Brasil pela formação desse profissional.

Os corretores de seguros são organizados em sindicatos estaduais afiliados à Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros – Fenacor.

No Brasil, as seguradoras só podem receber propostas de seguros por parte de corretores legalmente habilitados ou diretamente dos proponentes, mas o comissionamento da intermediação é obrigatório.

A figura do agente de seguros, profissional de vendas vinculado a uma ou mais seguradoras, comum nos Estados Unidos e Europa, não tem existência legal no Brasil.

Mais informações: www.fenacor.com.br

Fonte:   Tudosobreseguros- Portal de referência sobre seguros, previdência e capitalização 

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Veículo com seguro mais barato

Volkswagen Fox é o veículo com seguro mais barato

Pesquisa foi feita com os 50 carros mais vendidos

Diversos fatores influenciam no valor do seguro de carro, sendo que o modelo é o principal deles. A Smartia, primeiro site de seguros on-line do país, fez uma pesquisa em parceria com a TEx Tecnologia para analisar o valor desse serviço cobrado. Para isso, verificou o preço do seguros dos 50 veículos mais vendidos em setembro de 2018, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores).

O Volkswagen Fox lidera a lista com relação ao valor mais baixo (R$ 3.153,56). Em seguida estão o Fork Ka (R$ 3.396,84), o Ford EcoSport (R$ 3.525,88) e o Volkswagen Gol (R$ 3.543,22).

Por outro lado, a pesquisa apontou que os motoristas do Toyota Hilux (R$ 19.406,79) e do Fiat Toro (R$ 10.138,51) são os que mais têm que desembolsar dinheiro para ter uma garantia a mais.

A Smartia fez o levantamento em outubro e considerou os últimos 60 dias. Para o estudo, a empresa pensou em homens, casados, com idades entre 26 e 35 anos e residentes na cidade de São Paulo. Os valores apontados incluem o RCF e o IOF.

Diferença de preços

A diferença de preços nos seguros não está atrelada apenas ao valor do veículo, mas a visibilidade que ele tem. Quando um modelo é mais roubado por ladrões, as seguradoras tendem a cobrar a mais por isso, pois os riscos são maiores.

Além disso, o perfil do motorista é determinante para estipular o valor desse serviço. Como observado, a Smartia considerou um homem, casado, acima de 25 anos. Caso a pesquisa fosse feita para homens com 18 anos, por exemplo, o preço provavelmente seria maior.

A idade do condutor está entre os fatores responsáveis por precificar o seguro de veículos. Se a direção for ocupada por uma mulher, o serviço também pode ter outro preço. Para as seguradoras, elas são mais cautelosas no volante e, portanto, a segurança do veículo é maior do com que eles.

O estado civil é outro aspecto importante para as seguradoras. Em geral, as pessoas casadas têm uma vida social menos agitada, o que faz os riscos de acidentes serem menores. Já o local de residência determina o perigo dos assaltos. Nesse sentido, morar em bairros considerados perigosos pode fazer a diferença no bolso, ainda que o seguro ofereça uma garantia e um ótimo custo-benefício.

Rodrigo Conceição,

Equipe Smartia

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Somente um bom seguro vai garantir a reposição do seu patrimônio, a saúde e ainda sua aposentadoria

Em tempos de economia instável, a melhor opção para preservar o patrimônio e a vida, é o seguro!.

Para maioria das pessoas comprar um automóvel é uma conquista longa e difícil, já o risco de perda por danos ocorridos num acidente, por furto ou roubo, pode ser  grande e rápido, especialmente em tempos “bicudos”, a marginalidade crescente é uma consequência de prejuízos dessa natureza.  Somente um bom seguro pode garantir a preservação do automóvel, da residência, da saúde e, garante ainda uma boa aposentadoria.. 

O seguro ainda é meio mais eficaz para preservar o bem e a tranquilidade do cidadão, entretanto é preciso cautela na hora de fazer o seguro. Para não cair nas mãos de amadores ou golpistas, que costumam tirar proveito dos mais distraídos, escolher um bom corretor,  que tenha compromisso com  a defesa dos seus interesses, oferecendo assessoria e retaguarda na venda e no pós venda do seguro, é uma forma de comprar seguro com garantia de tranquilidade. Especialmente na eventualidade do sinistro, ocasião que a gente mais precisa da assessoria do especialista no assunto, digo, o corretor de seguros.   

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Seguro Auto – Como funciona o sistema de franquia

Entenda como funciona o sistema de franquias no seguro auto e tire suas dúvidas entendendo quais os tipos de franquias e o que é uma franquia.

Entenda sobre as franquias do seguro auto

Quando se fala no seguro auto todo mundo logo pensa no valor do prêmio, ou seja, no preço do seguro do seu veículo. Porém, se ocorrer um sinistro pode ser necessário realizar o pagamento da franquia e aí é que surgem as dúvidas.

O que é franquia do seguro?

A franquia do Seguro Auto é a parte em dinheiro que o cliente vai pagar para consertar as avarias do carro, em cada sinistro que ocorrer. Você sabe o que é sinistro? O valor da franquia está na apólice do seguro contratado.

Nos casos em que o prejuízo causado por um acidente não supere esse valor, o pagamento do conserto será da responsabilidade do segurado, não cabendo à seguradora arcar com essa indenização. Em outras palavras, é uma coparticipação do segurado no valor do orçamento. Mas quando o veículo sofre danos parciais, a seguradora arca com os custos dos reparos. Nesta ocasião, o segurado também participa, assumindo uma parte destes custos.

Por exemplo, caso a franquia do carro seja de R$ 2 mil, o cliente vai ser responsável pelo pagamento das despesas para o reparo das avarias até este valor. Caso o prejuízo seja de R$ 5 mil, você pagará os R$ 2 mil referentes à franquia, e a seguradora, os R$ 3 mil restantes. Ainda neste exemplo, no caso de prejuízos inferiores a R$ 2 mil, não fica caracterizado um sinistro para efeito do seguro, pois o custo da reparação é apenas do segurado.

Quais são os tipos de franquia do seguro de carro?

Mesmo se tratando de franquia existe uma diferença entre as existentes. Basicamente isso será percebido com base no valor cobrado por cada uma delas.

A franquia normal tem um valor equilibrado entre o prêmio e a franquia.

A franquia reduzida, como o próprio nome diz, tem um preço um pouco menor, em contrapartida o valor do prêmio aumenta. Ela é indicada para quem tem um alto risco e não quer ter que desembolsar um valor alto quando ocorrer um sinistro.

Já a franquia ampliada ou aumentada é o oposto da anterior, pois possui um custo mais elevado e um prêmio reduzido.

Como saber qual a melhor franquia de seguro auto para mim?

Os corretores que auxiliam na contratação do seguro costumam avaliar o seu perfil de risco para indicar a franquia mais adequada.

Conforme o seu histórico de direção é possível saber qual franquia do seguro de carro lhe atenderá melhor.

Mas, se ainda restar alguma dúvida, o mais indicado é contratar a franquia tradicional e com o tempo avaliar melhor o seu histórico ao volante.

Quando a franquia do seguro é cobrada?

Essa é uma dúvida bastante comum. Pense no seguinte: ela será cobrada quando houver um dano parcial, desde que esse não ultrapasse 75% do valor total do veículo.

Vamos supor que ocorra uma colisão e o valor do reparo seja de R$ 5.000,00. A franquia é de R$ 2.000,00, então você, como segurado, pagaria esse valor e a seguradora arcaria com o restante dos custos.

Mas, se o valor total do reparo for de R$ 22.000,00 e a avaliação do carro for de R$ 25.000,00, ele ultrapassaria 75% do valor total.

Nesse caso não há reparo e a seguradora paga a indenização de acordo com o estabelecido na apólice.

Existem situações em que a franquia do seguro auto é isenta?

Sim. Em caso de danos a terceiros não há cobrança de franquia e o valor será descontado do limite contratado pelo segurado.

A utilização dos serviços de assistência 24 horas, como guincho e socorro mecânico, também está isenta da cobrança de franquia do seguro auto.

Além desses casos, também há isenção em situações em que ocorram roubo, furto, queda de raio e incêndio.

É importante se informar sobre isso antes de assinar a apólice e estar atento ao tirar as dúvidas com o corretor.

Você ainda não tem seguro para o seu carro? Cote e contrate com a Smartia, seguros online para autos.

Fonte: Tudo sobre seguros

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Os preços dos seguros dos carros mais vendidos em junho

Levantamento da corretora de seguros online Minuto Seguros simulou preços médios das apólices para cinco capitais. Veja a diferença

São Paulo – Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.437,25 reais, valor médio do seguro do Fiat Mobi em Florianópolis (SC), e podem chegar a até 11.565,23 reais, preço médio do seguro do Jeep Compass no Rio de Janeiro (RJ).

Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), João Pessoa (PB), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC).

Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica.

As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de junho de 2018.

Rio de Janeiro tem os seguros mais caros

Entre as cinco cidades pesquisadas pela Minuto Seguros, o Rio de Janeiro apresenta os preços mais caros para 60% dos veículos. Já Florianópolis é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros levantados.

O preço do seguro para o Chevrolet Onix é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto é cobrado em Curitiba (R$ 2.877), e o mais baixo, em Florianópolis (R$ 1.555).

Já o Jeep Compass possui a maior diferença de preço entre as capitais. O valor mais alto é cobrado no Rio de Janeiro (R$ 11.565) e o menor é cobrado em Florianópolis (R$ 2.926), respectivamente.

Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país:

1. Chevrolet Onix

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.208,84
Rio de Janeiro R$ 2.644,52
João Pessoa R$ 1.790,67
Curitiba R$ 2.877,32
Florianópolis R$ 1.555,56

2. Hyundai HB20

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.222,82
Rio de Janeiro R$ 3.448,26
João Pessoa R$ 2.148,15
Curitiba R$ 3.562,75
Florianópolis R$ 1.857,10

3. Ford Ka

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.747,75
Rio de Janeiro R$ 4.227,44
João Pessoa R$ 1.862,33
Curitiba R$ 2.909,05
Florianópolis R$ 1.625,06

4. Renault Sandero

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.004,00
Rio de Janeiro R$ 2.855,60
João Pessoa R$ 4.021,50
Curitiba R$ 5.011,56
Florianópolis R$ 4.865,44

5. Fiat Argo

Região Preço médio
São Paulo R$ 3.092,96
Rio de Janeiro R$ 4.776,67
João Pessoa R$ 2.054,88
Curitiba R$ 3.161,52
Florianópolis R$ 1.585,17

6. Jeep Compass

Região Preço médio
São Paulo R$ 6.221,93
Rio de Janeiro R$ 11.565,23
João Pessoa R$ 4.279,58
Curitiba R$ 5.567,12
Florianópolis R$ 2.926,39

7. Volkswagen Gol

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.146,01
Rio de Janeiro R$ 3.129,01
João Pessoa R$ 2.391,50
Curitiba R$ 3.670,63
Florianópolis R$ 2.129,41

8. Renault Kwid

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.792,46
Rio de Janeiro R$ 4.472,75
João Pessoa R$ 3.183,07
Curitiba R$ 3.566,98
Florianópolis R$ 4.252,24

9. Volkswagen Polo

Região Preço médio
São Paulo R$ 3.842,08
Rio de Janeiro R$ 4.893,78
João Pessoa R$ 2.256,64
Curitiba R$ 3.377,76
Florianópolis R$ 2.082,18

10. Fiat Mobi

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.762,34
Rio de Janeiro R$ 3.380,26
João Pessoa R$ 1.702,20
Curitiba R$ 2.402,34
Florianópolis R$ 1.437,25

Revista Exame Por Marília Almeida

access_time10 jul 2018, 12h00

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Aplicativo ‘espião’ de motoristas poderá dar desconto no seguro

Por meio do GPS, app traça um perfil da condução, com dados sobre velocidade, frenagem, horários e uso do celular ao volante.

Seguradoras no Brasil estão começando a usar um aplicativo que monitora o modo como motoristas dirigem para poder mensurar riscos e, consequentemente, o preço de apólices de seguros de automóveis.

O aplicativo no celular, de instalação voluntária, inclui um sistema de telemetria que se conecta ao veículo para mostrar informações sobre o perfil da condução (velocidade, frenagem, uso do celular ao volante) e horários mais frequentes de uso.

A partir desses dados, a ferramenta aplica uma pontuação, a partir da qual mede-se o nível de risco em termos de colisão ou sinistro.

“O sistema pode ser usado como uma espécie de cadastro positivo do motorista que, se tiver uma avaliação positiva, pode receber em troca oferta de apólices mais baratas”, disse Ricardo Lachac, diretor de seguros no Brasil da LexisNexis.

A empresa norte-americana é especializada em medição de riscos e já tem parcerias com seguradoras em mercados como Grã-Bretanha, Espanha, Austrália e Estados Unidos.

Primeira a usar o serviço no país, a SulAmérica faz desde outubro um período de testes com cerca de 5 mil pessoas, incluindo funcionários. Agora, está começando a oferta do serviço em larga escala, inclusive para não clientes.

O plano da Sul América é justamente usar os resultados do sistema para oferecer recompensas.

“Quanto mais segura for a direção do carro, mais pontos pode acumular e ser recompensado com benefícios tais como até R$ 400 de desconto no seguro, R$ 800 na franquia ou 30 diárias extras no carro reserva”, afirmou a seguradora em comunicado.

De acordo com a seguradora, o perfil de direção do usuário é conhecido em cerca de dois meses de uso.

Outras seguradoras no país também estão testando o sistema, disse Lachac, mas sem revelar os nomes. Segundo ele, de posse desse recurso essas empresas podem desenhar produtos para um enorme público no Brasil que não tem seguro de automóveis.

“Para as seguradoras, seria um caminho para atrair público que hoje está fora do mercado porque acha seguro muito caro”, disse Lachac.

Estimativas do mercado segurador apontam que apenas cerca de 17 milhões de veículos no Brasil têm seguro – uma fatia ainda pequena da frota total que ultrapassa os 60 milhões de Veículos.

Auto esporte | Por Reuters

29/01/2018 

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6 startups que estão mudando os seguros automotivos

A tecnologia ajudando seguradores no gerenciamento de riscos, agilizando regulação dos sinistros, comparando preços e consequentemente agilizando a contratação do seguro. Contudo você nunca deve abrir mão da ajuda do corretor de seguros, este conhece “o caminho das pedras” para defender seus interesses junto ao segurador e o que mais for preciso, a fim de que você tenha a tranquilidade que busca num bom seguro. Telmaiara

Você já pensou em receber desconto em seu seguro porque possui uma boa postura no trânsito? Agora isto é possível!Você já pensou em contratar um seguro para o seu carro sem precisar sair de casa? Com o surgimento das insurtechs e a transformação digital que as seguradoras estão vivendo, agora isto é possível. As startups estão criando soluções para que o seguro de carros (e de outras categorias) seja cada vez mais personalizado, criando até ferramentas para medir a conduta dos motoristas.

Conheça 6 insurtechs que estão mudando os seguros automotivos:

ThinkSeg

A startup conecta consumidores, corretores e seguradoras, permitindo a contratação de serviços totalmente online. Nos seguros de automóveis, a startup ainda vai além, disponibilizando um aplicativo que analisa o modo como o motorista dirige. As informações são interessantes para que as seguradoras encontrem (ou criem) os melhores planos para seus clientes.

Claimdi

A Claimdi é um aplicativo que conecta motoristas com suas seguradoras, facilitando o contato em caso de acidentes. Se um acidente acontecer entre dois carros e o outro motorista tiver o aplicativo, eles podem apenas chacoalhar os celulares um ao lado do outro, acionando as seguradoras.

City Mile

A insurtech instala um dispositivo no carro e coleta dados sobre a direção do motorista, trazendo alternativas para que ele tenha um comportamento melhor no trânsito. A City Mile colabora com as seguradoras, seus clientes e ainda busca promover um trânsito mais equilibrado nas cidades.

Nexer

A startup brasileira Nexer traz mais inteligência às seguradoras e clientes ao instalar um dispositivo que torna carros conectados. O dispositivo analisa e retém informações como a hora certa de mandar o carro para a revisão, como é o consumo de combustível e até se o farol do carro está ligado. Saiba mais sobre a Nexer aqui.

VivaDrive

A VivaDrive é uma plataforma para seguradoras e montadoras engajarem seus clientes e trazerem mais inteligência ao negócio otimizando KPIs como custo de aquisição e retenção de clientes.

Car10

A Car10 é uma startup que conecta motoristas de carros a oficinas. As oficinas podem enviar orçamentos aos clientes, trazendo mais opções ao consumidor inclusive em serviços em que seguradoras não cobrem.

Colaboração com startups

Sabendo o potencial que startups possuem no setor de seguros, a Liberty está realizando o Liberty Open Colab, um programa de conexão com startups. A seguradora está buscando soluções que contribuam com sua transformação digital. Hoje, a Liberty já realiza vistorias virtuais e possui o “Direção em Conta”, um aplicativo que pontua os motoristas que possuem hábitos de direção mais seguros, oferecendo descontos de até 30% na compra de um seguro de automóvel.

As startups que participarem do Liberty Open Colab terão a chance de validar suas soluções junto à seguradora multinacional, realizando networking com seus colaboradores. As empresas com maior sinergia poderão se tornar contratadas da seguradora. As inscrições para a Liberty Open Colab já estão abertas e vão até 27 de julho – leia o regulamento e inscreva-se aqui!

Tainá Freitas

Tainá é repórter da StartSe

29 de junho de 2018

 

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Telemetria no seguro de automóvel

A Telemetria no seguro de  automóvel já é uma realidade e pode baratear o valor do prêmio.

Quem faz um seguro auto precisa preencher um formulário de avaliação de risco para que seja determinado o valor do prêmio. Porém, nem sempre esse valor acaba sendo calculado de forma precisa e os motoristas mais prudentes ao volante podem pagar um pouco a mais do que deveriam.

Mas, como a tecnologia é uma grande aliada no mundo dos negócios, a telemetria no seguro auto está chegando para revolucionar como o valor do seguro é estabelecido.

O que é a telemetria?

A telemetria é uma tecnologia que permite a comunicação sem fio, dos dados enviados do veículo para uma central. Com ela será possível obter informações sobre a utilização do veículo como: velocidade, frenagens, entre outros.

Essas informações são recebidas por uma central que utiliza o Big data e permite que os dados sejam analisados. Apesar de a tecnologia não ser tão nova e ser utilizada para outras finalidades, no mundo do seguro auto ainda é uma novidade.

Por exemplo, as empresas de transporte já a utilizam para saber como os motoristas estão dirigindo e poder orientar melhor os condutores. Entretanto, a telemetria não deve ser confundida com o sistema de rastreamento. A telemetria coleta dados para análise e o rastreador informa a localização do veículo.

A telemetria no seguro auto influência nos custos?

A grande dúvida dos motoristas é como a telemetria poderá influenciar nos seguros autos. As empresas podem utilizar os dados de dirigibilidade dos segurados para identificar quais são os riscos reais que apresentam ao volante.

Por meio de um aplicativo no smartphone ou um equipamento no veículo, receberão as informações que serão avaliadas pela central. Os motoristas que costumam ultrapassar limites de velocidade, fazer frenagens bruscas ou cometer imprudências no trânsito serão penalizados com um prêmio maior. Já os bons condutores, os que apresentam menores riscos serão beneficiados, conseguindo diminuir o valor do seguro.

A novidade chegou ao Brasil em 2017, porém, em outros países o “pay as you drive” (pague pelo que dirigir) já é bastante comum.

Seguradoras que adotaram a telemetria

A Porto Seguro é uma das seguradoras que já adotou a telemetria. Inicialmente ela estava disponibilizada apenas para quem possuía o seguro auto jovem e monitorava por meio de um equipamento instalado nos carros. Porém, a intenção é que seja ampliada para outras modalidades de seguro, inclusive permitindo que o monitoramento seja feito por meio de seu aplicativo.

A Liberty é outra seguradora que também adotou a telemetria para ajudar a determinar o preço do seguro. A tendência é que em breve outras seguradoras acabem adotando a telemetria e quem se beneficia é o motorista com bom comportamento ao volante.

Para saber se essa opção já está disponível na seguradora, fale com o seu corretor.

Por Jeniffer Elaina da Silva

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Seguradora não quer pagar o sinistro, o que fazer?

Seguradora pode se negar a pagar o valor, mas, em muitos casos, a negativa abusiva pode ser questionada na justiça.

Muitas pessoas são surpreendidas com a notícia de que a seguradora se nega a arcar com o valor estipulado na apólice ou ainda se nega a dar continuidade ao seguro contratado e pago por longos anos. Quando a seguradora não quer pagar o sinistro, o que fazer? Segundo o advogado Luís Eduardo Nigro, especialista em Direito do Consumidor e Direito Securitário, a seguradora pode se negar a pagar o valor, mas, em muitos casos, a negativa abusiva pode ser questionada na justiça. “O segurado pode questionar a negativa amparado pelo Código Civil, pelo Código de Defesa do Consumidor e por diversos casos julgados (jurisprudências sobre casos semelhantes)”, informa Nigro.

De acordo com o advogado, o consumidor que recebeu a negativa da seguradora tem o prazo de um ano, contado da ciência do fato gerador da pretensão, para entrar com uma ação na justiça. Mas é importante ficar atento aos detalhes da contagem do prazo.

No caso de negativa de pagamento de sinistro ocorrido com veículo segurado como furto, roubo, colisão com perda total ou parcial, o prazo inicia-se a partir do momento em que o segurado recebe a informação, normalmente por carta enviada ao seu endereço, de que houve desrespeito a alguma cláusula contratual.

Quando a negativa é relacionada ao seguro de vida em grupo e a acidentes pessoais, o segurado é o empregado, associado ou afim, o prazo para ajuizar a ação contra a seguradora é de um ano a contar do conhecimento da aposentadoria por invalidez, por exemplo, mesmo sendo empregado e beneficiário. “Já presenciei alguns casos em que o advogado, ao analisar a situação, por ser o empregado ao mesmo tempo beneficiário, utilizou o prazo de 3 anos para ajuizar a ação com base no artigo 206, parágrafo 3.º, inciso IX do Código Civil que estipula ‘a pretensão do beneficiário contra o segurador’, mas tais dizeres não se referem aos empregados/segurados”, destaca.

Nigro explica que o prazo de três anos para ajuizamento de ação contra seguradora é aplicável somente aos beneficiários do seguro (que não sejam segurados/empregados), e ao terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório, como o valor do seguro DPVAT.

O advogado também destaca a necessidade de informar em curto espaço de tempo o sinistro ocorrido à seguradora. Após receber as informações da seguradora de como se darão os procedimentos seguintes, caso a mesma se negue a atender o pedido, será necessário obter uma carta de negativa por escrito para poder ajuizar uma ação contra a seguradora no prazo de um a três anos contados da ciência da negativa de atendimento.

“Existem poucos casos em que é difícil obter sucesso para reverter a negativa da seguradora. Em caso de acidente de trânsito, a cobertura para terceiros somente é disponibilizada pela seguradora quando ficar caracterizada a culpa do condutor do veículo segurado, seja administrativamente ou judicialmente. É importante saber que a cobertura para os terceiros não abrange pessoas que possuam relação de parentesco com o segurado (ascendentes, descendentes, cônjuge e irmãos e, em casos específicos, parentes por afinidade decorrente do casamento tais como sogro, sogra, padrasto, madrasta, cunhado e cunhada)”, alerta Nigro.

M.S.
18 de abril de 2018 Revista Apólice

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