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Os preços dos seguros dos carros mais vendidos em junho

Levantamento da corretora de seguros online Minuto Seguros simulou preços médios das apólices para cinco capitais. Veja a diferença

São Paulo – Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.437,25 reais, valor médio do seguro do Fiat Mobi em Florianópolis (SC), e podem chegar a até 11.565,23 reais, preço médio do seguro do Jeep Compass no Rio de Janeiro (RJ).

Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), João Pessoa (PB), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC).

Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica.

As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de junho de 2018.

Rio de Janeiro tem os seguros mais caros

Entre as cinco cidades pesquisadas pela Minuto Seguros, o Rio de Janeiro apresenta os preços mais caros para 60% dos veículos. Já Florianópolis é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros levantados.

O preço do seguro para o Chevrolet Onix é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto é cobrado em Curitiba (R$ 2.877), e o mais baixo, em Florianópolis (R$ 1.555).

Já o Jeep Compass possui a maior diferença de preço entre as capitais. O valor mais alto é cobrado no Rio de Janeiro (R$ 11.565) e o menor é cobrado em Florianópolis (R$ 2.926), respectivamente.

Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país:

1. Chevrolet Onix

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.208,84
Rio de Janeiro R$ 2.644,52
João Pessoa R$ 1.790,67
Curitiba R$ 2.877,32
Florianópolis R$ 1.555,56

2. Hyundai HB20

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.222,82
Rio de Janeiro R$ 3.448,26
João Pessoa R$ 2.148,15
Curitiba R$ 3.562,75
Florianópolis R$ 1.857,10

3. Ford Ka

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.747,75
Rio de Janeiro R$ 4.227,44
João Pessoa R$ 1.862,33
Curitiba R$ 2.909,05
Florianópolis R$ 1.625,06

4. Renault Sandero

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.004,00
Rio de Janeiro R$ 2.855,60
João Pessoa R$ 4.021,50
Curitiba R$ 5.011,56
Florianópolis R$ 4.865,44

5. Fiat Argo

Região Preço médio
São Paulo R$ 3.092,96
Rio de Janeiro R$ 4.776,67
João Pessoa R$ 2.054,88
Curitiba R$ 3.161,52
Florianópolis R$ 1.585,17

6. Jeep Compass

Região Preço médio
São Paulo R$ 6.221,93
Rio de Janeiro R$ 11.565,23
João Pessoa R$ 4.279,58
Curitiba R$ 5.567,12
Florianópolis R$ 2.926,39

7. Volkswagen Gol

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.146,01
Rio de Janeiro R$ 3.129,01
João Pessoa R$ 2.391,50
Curitiba R$ 3.670,63
Florianópolis R$ 2.129,41

8. Renault Kwid

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.792,46
Rio de Janeiro R$ 4.472,75
João Pessoa R$ 3.183,07
Curitiba R$ 3.566,98
Florianópolis R$ 4.252,24

9. Volkswagen Polo

Região Preço médio
São Paulo R$ 3.842,08
Rio de Janeiro R$ 4.893,78
João Pessoa R$ 2.256,64
Curitiba R$ 3.377,76
Florianópolis R$ 2.082,18

10. Fiat Mobi

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.762,34
Rio de Janeiro R$ 3.380,26
João Pessoa R$ 1.702,20
Curitiba R$ 2.402,34
Florianópolis R$ 1.437,25

Revista Exame Por Marília Almeida

access_time10 jul 2018, 12h00

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Aplicativo ‘espião’ de motoristas poderá dar desconto no seguro

Por meio do GPS, app traça um perfil da condução, com dados sobre velocidade, frenagem, horários e uso do celular ao volante.

Seguradoras no Brasil estão começando a usar um aplicativo que monitora o modo como motoristas dirigem para poder mensurar riscos e, consequentemente, o preço de apólices de seguros de automóveis.

O aplicativo no celular, de instalação voluntária, inclui um sistema de telemetria que se conecta ao veículo para mostrar informações sobre o perfil da condução (velocidade, frenagem, uso do celular ao volante) e horários mais frequentes de uso.

A partir desses dados, a ferramenta aplica uma pontuação, a partir da qual mede-se o nível de risco em termos de colisão ou sinistro.

“O sistema pode ser usado como uma espécie de cadastro positivo do motorista que, se tiver uma avaliação positiva, pode receber em troca oferta de apólices mais baratas”, disse Ricardo Lachac, diretor de seguros no Brasil da LexisNexis.

A empresa norte-americana é especializada em medição de riscos e já tem parcerias com seguradoras em mercados como Grã-Bretanha, Espanha, Austrália e Estados Unidos.

Primeira a usar o serviço no país, a SulAmérica faz desde outubro um período de testes com cerca de 5 mil pessoas, incluindo funcionários. Agora, está começando a oferta do serviço em larga escala, inclusive para não clientes.

O plano da Sul América é justamente usar os resultados do sistema para oferecer recompensas.

“Quanto mais segura for a direção do carro, mais pontos pode acumular e ser recompensado com benefícios tais como até R$ 400 de desconto no seguro, R$ 800 na franquia ou 30 diárias extras no carro reserva”, afirmou a seguradora em comunicado.

De acordo com a seguradora, o perfil de direção do usuário é conhecido em cerca de dois meses de uso.

Outras seguradoras no país também estão testando o sistema, disse Lachac, mas sem revelar os nomes. Segundo ele, de posse desse recurso essas empresas podem desenhar produtos para um enorme público no Brasil que não tem seguro de automóveis.

“Para as seguradoras, seria um caminho para atrair público que hoje está fora do mercado porque acha seguro muito caro”, disse Lachac.

Estimativas do mercado segurador apontam que apenas cerca de 17 milhões de veículos no Brasil têm seguro – uma fatia ainda pequena da frota total que ultrapassa os 60 milhões de Veículos.

Auto esporte | Por Reuters

29/01/2018 

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6 startups que estão mudando os seguros automotivos

A tecnologia ajudando seguradores no gerenciamento de riscos, agilizando regulação dos sinistros, comparando preços e consequentemente agilizando a contratação do seguro. Contudo você nunca deve abrir mão da ajuda do corretor de seguros, este conhece “o caminho das pedras” para defender seus interesses junto ao segurador e o que mais for preciso, a fim de que você tenha a tranquilidade que busca num bom seguro. Telmaiara

Você já pensou em receber desconto em seu seguro porque possui uma boa postura no trânsito? Agora isto é possível!Você já pensou em contratar um seguro para o seu carro sem precisar sair de casa? Com o surgimento das insurtechs e a transformação digital que as seguradoras estão vivendo, agora isto é possível. As startups estão criando soluções para que o seguro de carros (e de outras categorias) seja cada vez mais personalizado, criando até ferramentas para medir a conduta dos motoristas.

Conheça 6 insurtechs que estão mudando os seguros automotivos:

ThinkSeg

A startup conecta consumidores, corretores e seguradoras, permitindo a contratação de serviços totalmente online. Nos seguros de automóveis, a startup ainda vai além, disponibilizando um aplicativo que analisa o modo como o motorista dirige. As informações são interessantes para que as seguradoras encontrem (ou criem) os melhores planos para seus clientes.

Claimdi

A Claimdi é um aplicativo que conecta motoristas com suas seguradoras, facilitando o contato em caso de acidentes. Se um acidente acontecer entre dois carros e o outro motorista tiver o aplicativo, eles podem apenas chacoalhar os celulares um ao lado do outro, acionando as seguradoras.

City Mile

A insurtech instala um dispositivo no carro e coleta dados sobre a direção do motorista, trazendo alternativas para que ele tenha um comportamento melhor no trânsito. A City Mile colabora com as seguradoras, seus clientes e ainda busca promover um trânsito mais equilibrado nas cidades.

Nexer

A startup brasileira Nexer traz mais inteligência às seguradoras e clientes ao instalar um dispositivo que torna carros conectados. O dispositivo analisa e retém informações como a hora certa de mandar o carro para a revisão, como é o consumo de combustível e até se o farol do carro está ligado. Saiba mais sobre a Nexer aqui.

VivaDrive

A VivaDrive é uma plataforma para seguradoras e montadoras engajarem seus clientes e trazerem mais inteligência ao negócio otimizando KPIs como custo de aquisição e retenção de clientes.

Car10

A Car10 é uma startup que conecta motoristas de carros a oficinas. As oficinas podem enviar orçamentos aos clientes, trazendo mais opções ao consumidor inclusive em serviços em que seguradoras não cobrem.

Colaboração com startups

Sabendo o potencial que startups possuem no setor de seguros, a Liberty está realizando o Liberty Open Colab, um programa de conexão com startups. A seguradora está buscando soluções que contribuam com sua transformação digital. Hoje, a Liberty já realiza vistorias virtuais e possui o “Direção em Conta”, um aplicativo que pontua os motoristas que possuem hábitos de direção mais seguros, oferecendo descontos de até 30% na compra de um seguro de automóvel.

As startups que participarem do Liberty Open Colab terão a chance de validar suas soluções junto à seguradora multinacional, realizando networking com seus colaboradores. As empresas com maior sinergia poderão se tornar contratadas da seguradora. As inscrições para a Liberty Open Colab já estão abertas e vão até 27 de julho – leia o regulamento e inscreva-se aqui!

Tainá Freitas

Tainá é repórter da StartSe

29 de junho de 2018

 

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Telemetria no seguro de automóvel

A Telemetria no seguro de  automóvel já é uma realidade e pode baratear o valor do prêmio.

Quem faz um seguro auto precisa preencher um formulário de avaliação de risco para que seja determinado o valor do prêmio. Porém, nem sempre esse valor acaba sendo calculado de forma precisa e os motoristas mais prudentes ao volante podem pagar um pouco a mais do que deveriam.

Mas, como a tecnologia é uma grande aliada no mundo dos negócios, a telemetria no seguro auto está chegando para revolucionar como o valor do seguro é estabelecido.

O que é a telemetria?

A telemetria é uma tecnologia que permite a comunicação sem fio, dos dados enviados do veículo para uma central. Com ela será possível obter informações sobre a utilização do veículo como: velocidade, frenagens, entre outros.

Essas informações são recebidas por uma central que utiliza o Big data e permite que os dados sejam analisados. Apesar de a tecnologia não ser tão nova e ser utilizada para outras finalidades, no mundo do seguro auto ainda é uma novidade.

Por exemplo, as empresas de transporte já a utilizam para saber como os motoristas estão dirigindo e poder orientar melhor os condutores. Entretanto, a telemetria não deve ser confundida com o sistema de rastreamento. A telemetria coleta dados para análise e o rastreador informa a localização do veículo.

A telemetria no seguro auto influência nos custos?

A grande dúvida dos motoristas é como a telemetria poderá influenciar nos seguros autos. As empresas podem utilizar os dados de dirigibilidade dos segurados para identificar quais são os riscos reais que apresentam ao volante.

Por meio de um aplicativo no smartphone ou um equipamento no veículo, receberão as informações que serão avaliadas pela central. Os motoristas que costumam ultrapassar limites de velocidade, fazer frenagens bruscas ou cometer imprudências no trânsito serão penalizados com um prêmio maior. Já os bons condutores, os que apresentam menores riscos serão beneficiados, conseguindo diminuir o valor do seguro.

A novidade chegou ao Brasil em 2017, porém, em outros países o “pay as you drive” (pague pelo que dirigir) já é bastante comum.

Seguradoras que adotaram a telemetria

A Porto Seguro é uma das seguradoras que já adotou a telemetria. Inicialmente ela estava disponibilizada apenas para quem possuía o seguro auto jovem e monitorava por meio de um equipamento instalado nos carros. Porém, a intenção é que seja ampliada para outras modalidades de seguro, inclusive permitindo que o monitoramento seja feito por meio de seu aplicativo.

A Liberty é outra seguradora que também adotou a telemetria para ajudar a determinar o preço do seguro. A tendência é que em breve outras seguradoras acabem adotando a telemetria e quem se beneficia é o motorista com bom comportamento ao volante.

Para saber se essa opção já está disponível na seguradora, fale com o seu corretor.

Por Jeniffer Elaina da Silva

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Seguradora não quer pagar o sinistro, o que fazer?

Seguradora pode se negar a pagar o valor, mas, em muitos casos, a negativa abusiva pode ser questionada na justiça.

Muitas pessoas são surpreendidas com a notícia de que a seguradora se nega a arcar com o valor estipulado na apólice ou ainda se nega a dar continuidade ao seguro contratado e pago por longos anos. Quando a seguradora não quer pagar o sinistro, o que fazer? Segundo o advogado Luís Eduardo Nigro, especialista em Direito do Consumidor e Direito Securitário, a seguradora pode se negar a pagar o valor, mas, em muitos casos, a negativa abusiva pode ser questionada na justiça. “O segurado pode questionar a negativa amparado pelo Código Civil, pelo Código de Defesa do Consumidor e por diversos casos julgados (jurisprudências sobre casos semelhantes)”, informa Nigro.

De acordo com o advogado, o consumidor que recebeu a negativa da seguradora tem o prazo de um ano, contado da ciência do fato gerador da pretensão, para entrar com uma ação na justiça. Mas é importante ficar atento aos detalhes da contagem do prazo.

No caso de negativa de pagamento de sinistro ocorrido com veículo segurado como furto, roubo, colisão com perda total ou parcial, o prazo inicia-se a partir do momento em que o segurado recebe a informação, normalmente por carta enviada ao seu endereço, de que houve desrespeito a alguma cláusula contratual.

Quando a negativa é relacionada ao seguro de vida em grupo e a acidentes pessoais, o segurado é o empregado, associado ou afim, o prazo para ajuizar a ação contra a seguradora é de um ano a contar do conhecimento da aposentadoria por invalidez, por exemplo, mesmo sendo empregado e beneficiário. “Já presenciei alguns casos em que o advogado, ao analisar a situação, por ser o empregado ao mesmo tempo beneficiário, utilizou o prazo de 3 anos para ajuizar a ação com base no artigo 206, parágrafo 3.º, inciso IX do Código Civil que estipula ‘a pretensão do beneficiário contra o segurador’, mas tais dizeres não se referem aos empregados/segurados”, destaca.

Nigro explica que o prazo de três anos para ajuizamento de ação contra seguradora é aplicável somente aos beneficiários do seguro (que não sejam segurados/empregados), e ao terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório, como o valor do seguro DPVAT.

O advogado também destaca a necessidade de informar em curto espaço de tempo o sinistro ocorrido à seguradora. Após receber as informações da seguradora de como se darão os procedimentos seguintes, caso a mesma se negue a atender o pedido, será necessário obter uma carta de negativa por escrito para poder ajuizar uma ação contra a seguradora no prazo de um a três anos contados da ciência da negativa de atendimento.

“Existem poucos casos em que é difícil obter sucesso para reverter a negativa da seguradora. Em caso de acidente de trânsito, a cobertura para terceiros somente é disponibilizada pela seguradora quando ficar caracterizada a culpa do condutor do veículo segurado, seja administrativamente ou judicialmente. É importante saber que a cobertura para os terceiros não abrange pessoas que possuam relação de parentesco com o segurado (ascendentes, descendentes, cônjuge e irmãos e, em casos específicos, parentes por afinidade decorrente do casamento tais como sogro, sogra, padrasto, madrasta, cunhado e cunhada)”, alerta Nigro.

M.S.
18 de abril de 2018 Revista Apólice

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Corretores & Seguradoras – Estamos em guerra?

O mercado de seguros é composto basicamente de três personagens principais: o segurador, o corretor e o segurado. Esta relação deve ser harmoniosa e equilibrada para que os riscos sejam garantidos, e as empresas envolvidas tenham lucro. Então porque será que este equilíbrio tem ficado cada vez mais nos cálculos atuariais e cada vez menos nas relações entre estes personagens?

Obviamente que não podemos generalizar, porém o que se tem notado, é cada vez mais um distanciamento entre estes principais profissionais da área de seguros.

Entre os corretores é comum observarmos as mais variadas reclamações relativas ao atendimento das seguradoras: gerentes de conta que não atendem, especialistas que não entende do produto, analistas de sinistro que não leem as solicitações do corretor, entre tantas outras.

Já por parte das seguradoras os profissionais também não poupam reclamações relativas aos corretores: quantidade exagerada de ligações e mensagens, falta de proatividade para resolver assuntos simples, falta de conhecimento para discutir aceitações e colocações de risco, destemperos e exageros nas interações com atendentes, e por aí segue a lista.

Mas neste clima de guerra um detalhe atrai a curiosidade. Muitos corretores e executivos de seguradoras, repetem rotineiramente e com saudosismo, elogios a esta mesma relação no passado. Relatam com um sorriso no rosto episódios em que ambas as partes se juntaram para discutir detalhes de um negócio que protegeu o cliente e ainda aumentou a lucratividade da corretora e da seguradora.  Contam, de forma quase cinematográfica, regulações de sinistros onde juntaram forças e conhecimentos para resolver problemas e chegar a uma solução. Resta então uma única pergunta: onde foi que esta relação se perdeu?

Será que o volume de negócios aumentou de tal maneira que não se tem mais tempo para estabelecer uma relação saudável? Será que a complexidade dos produtos não permite mais que as partes envolvidas tenham pleno conhecimento dos detalhes para poder costurar uma boa solução? 

É fato que a pressão esmagadora por metas impostas por acionistas e altos escalões das seguradoras, que mal conhecem o dia a dia da comercialização de seguros, contamina de tal forma o humor, a paciência e a resiliência dos colaboradores de front, que estes não possuem mais condições emocionais de atender o corretor de forma pacífica e voluntariosa.

Como também é fato que a velocidade com que as relações entre corretor e cliente se dão, a enorme concorrência (muitas vezes desleal), e os gargalos de tecnologia, não permitem que o corretor se dedique ao estudo dos produtos e, muito menos, utilizar seu tempo para examinar, de forma calma e detalhada, um risco com o segurador.

Mais uma vez: é claro que não podemos generalizar, mas existe uma parcela do mercado que já não consegue se relacionar de maneira saudável. Corretores que simplesmente gritam e ofendem funcionários de seguradoras, que por sua vez são massacrados por resultados pelos altos executivos da companhia e não tem mais capacidade emocional de atender bem os corretores.

Quem consegue trabalhar assim?

Imagine a seguinte situação: um cliente pressiona o corretor pois está com uma proposta de renovação pelo banco cinquenta reais mais barata que a do corretor. O corretor, que já está trabalhando com sua comissão mínima, liga para o gerente da seguradora para pedir um desconto. O gerente que acabou de sair de uma reunião humilhante com seu gestor, onde lhe foi apresentado que sua grade de corretores pedem muito desconto e estão apresentando muita sinistralidade, simplesmente não atende o corretor e pede para a atendente lhe comunicar que não tem mais verba para desconto. O corretor que irá perder seu cliente por cinquenta reais não se conforma e passa a ofender a atendente, o gerente assume a situação e ouve calado todas as reclamações exaltadas do corretor pois, se retrucar, e a situação chegar na diretoria e ele pode ser demitido. 

Esta situação, mesmo que absurda é mais comum do que se imagina! Não se trata de apontar culpados, mas sim de defender a paz de nosso mercado, tão importante para a economia, e, principalmente, a saúde dos profissionais que atuam nele. Já não são raros os casos de pessoas que estão se valendo de tratamento psicológico após sair de alguma seguradora ou parar de atuar no mercado e isso não pode estar correto!

Os corretores de seguro se orgulham de trabalhar intermediando a proteção de seus clientes, os colaboradores das seguradoras também se orgulham de ver uma apólice bem dimensionada, protegendo o cliente e trazendo lucro para o corretor e para a seguradora.

Precisamos nos juntar para derrubar o muro que existe entre as duas partes e compartilhar os fatores que tem colaborado para este clima insustentável! 

 

Os corretores estão exaustos de negociar em meio a concorrências desleais e os colaboradores de seguradoras já não tem saúde para suportar as pressões que sofrem diariamente, será que vamos esperar esta situação ficar insustentável para resolvê-la?

Nós não estamos em guerra, ambos os lados só querem ver os clientes SEGUROS.

Fonte: Pra que seguro-terça-feira, 15 de maio de 2018

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Esclarecimentos sobre o seguro DPVAT

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido como Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder-DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. 

O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas. O prazo para solicitar a indenização por Morte é de até 3 anos contados da data do óbito. Para despesas médicas (DAMS): a contagem do prazo prescricional se inicia a partir da data do acidente. No caso de indenização por Invalidez Permanente este prazo é de 3 anos a contar da ciência da Invalidez Permanente pela vítima.

Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país. 5% são repassados ao Ministério das Cidades (DENATRAN), para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito. Os demais 50% são voltados para o pagamento das indenizações e reservas.

Clique aqui e confira o livreto “DPVAT – uma conquista, um direito”

Site da Seguradora Líder-DPVAT​: www.seguradoralider.com.br
SAC DPVAT – 0800 022 12 04 – Horário de funcionamento: Todos os dias. ​​​

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Nada a temer, salvo o seu próprio medo…

Tudo é criado na mente antes de se tornar realidade física. O sucesso ou fracasso é precedido por vitorias ou derrotas no campo da mente. Milhares de pessoas recorrem aos cursos de graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e até pós-doutorado, em busca de conhecimento técnico, na ânsia de alcançar o sucesso na carreira e na vida. Porém, apesar dos esforços, muitas acabam derrotadas pelas suas atitudes. E, quais são estas atitudes que levam tantas pessoas para o endereço errado? Podemos destacar como mais evidentes, a falta de autoconfiança, a falta de disciplina, a ausência de iniciativa, a inexistência de foco, o pessimismo e o hábito infantil de procurar culpados e o de se queixar de tudo e de todos. Lembre-se que as pessoas que vivem reclamando, condenando e se queixando se tornam “imãs de coisas ruins.”

Milhares de pessoas assemelham-se a ilhas de pobreza, cercadas de riquezas por todos os lados. O maior desafio não é domínio de novas tecnologias, mas sim o controle da mente. Vivemos em um universo abundante e cheio de oportunidades. Entretanto, somos criaturas de hábitos, e esses como carcereiros, são capazes de nos manter aprisionados em nossas zonas de conforto. Isso é claro, se contra eles não nos rebelarmos, certos de que precisamos, queremos e podemos assumir o comando de nosso destino e mudar sejam quais forem os nossos comportamentos e atitudes, a partir de nossa força de vontade.

O caminho do sucesso tem por base o conhecimento, as habilidades e as atitudes. Não existem atalhos em direção ao topo das grandes realizações materiais e espirituais. É preciso saber, saber fazer, querer fazer e acima de tudo entrar em ação para fazer acontecer. Sem ação, o cérebro não passa de um cemitério de boas intenções. Somente conhecimentos colocados em prática geram habilidades e consequentes resultados.

A história é farta de personagens que desafiaram as circunstâncias e venceram, quando tudo em sua volta parecia provar o contrário. A única coisa capaz de nos deter somos nós mesmos. Roosevelt, ex- Presidente dos Estados Unidos, disse certa vez que: “não há nada a temer a não ser o próprio medo”. Já o seu antidoto, a autoconfiança, é a característica encontrada nas pessoas de sucesso.

Nossas qualidades como povo pacífico, alegre e com jogo de cintura, são reconhecidas internacionalmente. No entanto, pesa contra nós o insatisfatório rótulo de um povo com baixa autoestima. Precisamos aprender a confiar em nós mesmos. Como o pequeno pastor de ovelhas Davi, da história Bíblica, quando foi enfrentar o gigante Golias, devemos nos deter mais em nossas virtudes e realizações, do que em nossas deficiências, certos de que em tudo em que concentramos nossa atenção aumenta. Quando reconhecemos as nossas qualidades nos aproximamos de nós, já quando nos criticamos, nos afastamos de nós mesmo.

Pensamentos de vitória, de conquistas, lembranças de elogios recebidos, fortalecem a musculatura da nossa autoconfiança para enfrentar os tropeços da vida. Sabedores de que em nossas cabeças há um permanente turbilhão mental de pensamentos, devemos optar pelos que são positivos e que elevam o nosso astral e a fé em nós mesmos. Afinal, estamos lutando a favor ou contra nós mesmos?

Vivemos em um tempo e em um país de grandes oportunidades. Os nossos resultados crescem, na medida em que nós crescemos. Se não estamos satisfeitos com os frutos que estamos colhendo é importante descobrir quais são as nossas crenças limitadoras. A realidade é criada primeiro nos pensamentos, que por sua vez alimentam os nossos sentimentos, que nos levam a paralisia ou a ação, gerando consequentemente os resultados.

 

 

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Indenização do seguro é paga ao proprietário do carro ou segurado?

Dúvidas frequentes…

O carro está no nome de uma pessoa e o seguro em nome de outra. Quem recebe a indenização integral? Confira resposta!

É comum o seguro ser feito nome de uma pessoa diferente do proprietário que consta no documento do veículo. Isso pode ser feito normalmente, pois não há exigência de proprietário, segurado e principal condutor serem a mesma pessoa.

Contudo, muita gente fica na dúvida: em caso de indenização integral, quem receberá? Neste post responderemos esta questão e daremos algumas dicas.

                  Proprietário é quem recebe indenização integral do seguro

A indenização do seguro de automóvel é paga ao proprietário que consta no CRLV e CRV do veículo. Como o certificado de propriedade está em nome dele, juridicamente é ele quem tem direito à indenização do seguro em caso de perda total ou roubo/furto sem recuperação.

Um exemplo:

Nosso visitante Luciano nos enviou a seguinte dúvida:

“O SEGURO ESTÁ EM NOME DE MINHA ESPOSA, MAS COMPREI O CARRO DELA. FIZEMOS ENDOSSO NA APÓLICE COLOCANDO EU COMO PROPRIETÁRIO E PRINCIPAL CONDUTOR. EM CASO DE SINISTRO, ELA RECEBE PORQUE É A SEGURADA OU EU COMO PROPRIETÁRIO?”

No caso do sr. Luciano, quem receberá a indenização será o próprio Luciano, pois atualmente o carro está no nome dele. Se ele não tivesse transferido o carro do nome da esposa para o dele, quem receberia a indenização seria a esposa dele.

Veja que o seguro pôde continuar no nome da esposa dele mesmo após o documento do veículo ser transferido para ele.

 Mas para que serve o “segurado” então?

O segurado é a pessoa — física ou jurídica — que contrata o seguro em benefício pessoal ou de terceiros. Por conta disso uma pessoa pode fazer um seguro em seu nome (sendo o “segurado”) mesmo o veículo estando em nome de um terceiro, como por exemplo:

  • Carro em nome do pai, seguro em nome do filho: Isto é comum quando o pai deixa um carro para o filho usar, e delega ao filho cuidar do seguro.
  • Carro em nome da esposa, seguro em nome do marido (ou vice-versa):Há diversos casais que dividem as tarefas no dia a dia e por conta disso preferem centralizar em apenas um deles cuidar dos seguros dos veículos (e outros bens da família).
  • Carro em nome do sócio, seguro em nome da empresa: Este caso é especialmente comum nos casos de seguros de frotas veiculares. Como a taxação do preço do seguro em frotas é mais em conta, o sócio da empresa pode optar por colocar o carro na frota de modo que o seguro fica em nome da empresa.

Estes são apenas alguns dos exemplos de porque existe a possibilidade de o proprietário e segurado serem pessoas diferentes.

Vale ressaltar que todos os benefícios do seguro como pontuação em programas de fidelidade, bônus na renovação do seguro etc. ficarão vinculados ao nome do segurado.

E se eu quiser transferir o seguro para o nome do proprietário?

A grande maioria das seguradoras permite a transferência de titularidade do seguro somente entre cônjuges, pais e filhos, e empresas e sócios.

Não sou proprietário mas quero receber a indenização

A indenização integral sempre é paga ao proprietário que consta no documento. Porém se você não é proprietário e ele está de acordo em você receber a indenização no lugar dele, a recomendação é informar a seguradora. Será necessário aguardar a análise da seguradora, que no geral aceita este procedimento mediante apresentação de carta do proprietário autorizando o pagamento à outra pessoa.

Para maiores detalhes sobre este procedimento recomendamos solicitar ao corretor que está cuidando de seu sinistro para solicitar à seguradora os documentos necessários.

Aqui na nossa corretora contamos com excelente equipe de vendas, a qual poderá lhe orientar sobre detalhes como este do post! Além disso também contamos com pessoal espacializado para lhe atender em eventuais sinistros, lhe garantindo conforto e tranquilidade.

 

por Jessica\ Muquirana Corretora de Seguros

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Seguro DPVAT, saiba quem tem direito e como acionar

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido como Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder-DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. O diretor presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, explica que o procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e alerta para o fato de que não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização.

O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas. O prazo para solicitar a indenização por Morte ou Reembolso de Despesas Medicas e Hospitalares é de 3 anos a contar da data do acidente. No caso de indenização por Invalidez Permanente este prazo é de 3 anos a contar da ciência da Invalidez Permanente pela vítima.

Qualquer pessoa vítima de um acidente com veículo terrestre no Brasil pode ter direito à indenização, inclusive sendo pedestre, acionando o DPVAT.

DPVAT é um seguro de responsabilidade civil pago obrigatoriamente por todos os proprietários de veículos terrestres, juntamente com o IPVA. Ele cobre Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (incluindo motocicletas), isto é, garante indenizações às vítimas de acidentes de trânsito.

As indenizações são obtidas em três circunstâncias: morte; invalidez permanente; e em casos de acidentes que tenham gerado despesas médicas e hospitalares.

Qualquer pessoa vítima de um acidente com veículos terrestres pode pedir a indenização, mesmo que ela nunca tenha tido um carro e pago o DPVAT, ou seja, vale para pedestres também. O pedido pode ser feito em até três anos a contar da data do acidente.

A cobertura vale para pessoas atingidas por carros (ou outros veículos), bem como pela sua carga (caminhões que transportam cargas, carros com reboques etc), sejam as vítimas pedestre, ou a bordo do veículo (motorista, passageiro, carona, passageiro de táxi, lotação ou ônibus). A única pessoa que não pode requerer a indenização é a pessoa causadora do acidente já que o seguro cobre apenas terceiros (vítimas).

Os valores das indenizações são de: R$ 13.500,00 para morte, até R$ 13.500,00 para invalidez e até R$ 2.700,00 para despesas médico-hospitalares, sendo que nestas duas últimas situações o valor varia de acordo com o caso.

Ainda que a quantia possa ser irrisória perto da gravidade de uma morte, ou de um acidente que tenha tornado sua vítima inválida, profissionais do setor avaliam que a indenização é justa diante da taxa paga pelos proprietários de veículos, de R$ 105,65 no caso de automóveis.

Com a falta de informação sobre a existência e o funcionamento do DPVAT, alguns aproveitadores oferecem “auxílio” a vítimas no requerimento da indenização e embolsam parte do valor que deveria ser recebido integralmente pela pessoa indenizada.

Existem empresas especializadas que se oferecerem para solicitar o DPVAT, realizar o funeral da vítima gastando 2 mil reais, e acabem ficando com o restante, os 11 mil reais. Muitas empresas que fazem esse tipo de serviço têm convênio com funerária e funcionários de hospitais. Então cuidado, se alguma empresa lhe oferecer esse tipo de serviço, desconfie e veja com a seguradora líder se ela é cadastrada e se não tem reclamações.

Você não precisa contratar terceiros para dar entrada no pedido de indenização do Seguro DPVAT. Este é um procedimento gratuito. Pagar pela ajuda de terceiros é deixar de receber uma parte da indenização cujo valor integral é um direito seu. Consulte a lista de documentos neste site e entregue-a no ponto de atendimento DPVAT mais próximo de você. Para isso, lembre-se: você também conta com as agências dos Correios. E não se iluda. Quem diz que é complicado pedir a indenização do DPVAT pode estar enganado ou enganando você. Faça tudo você mesmo e, em caso de dúvida, conte com o consultor especializado da Seguradora, mandando uma mensagem para ele pelo site da Seguradora Líder.​​

Onde pedir a indenização:

A Seguradora Líder é a responsável pelo DPVAT no Brasil, e conta com sete mil postos autorizados, sem necessidade de auxílio de qualquer intermediário, podendo a própria pessoa ou familiar solicitar.

Os pontos de atendimento podem ser os escritórios das seguradoras conveniadas e de parceiros, como os sindicatos de corretores de seguros, confira no site da Seguradora Líder os escritórios conveniados:

Lista dos posto de atendimento

As seguradoras que prestam o serviço são aquelas que fazem parte dos dois consórcios que foram criados para administrar o DPVAT e que deram origem à Seguradora Líder, que administra os consórcios.

Como solicitar:

A indenização deve ser solicitada pela própria vítima no caso de invalidez permanente e despesas médico-hospitalares e pelos herdeiros legais no caso de morte.

Para obter a indenização, o solicitante deve apenas comparecer a um posto autorizado e levar os documentos solicitados. A lista varia de acordo com o tipo de dano e pode ser consultada no site do DPVAT.

Aqui informações para o caso de acidentes com despesas médicas:

Aqui informações para o caso de acidentes com invalidez permanente:

Aqui informações para o caso de acidentes com morte:

Caso a indenização não seja suficiente para cobrir as despesas médicas e os danos causados, ou não seja aprovada a indenização do DPVAT, a vítima poderá ingressar com ação judicial.

Fontes:

Exame

Seguradora Líder

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