Seguro popular para automóveis

Em tempos “bicudos”, uma boa alternativa, bem mais barato para quem tem pouco recurso e não quer correr o rico de ficar sem o seguro do carro…

Esse seguro, também chamado de “Seguro Auto Popular”, regulamentado pela Resolução CNSP n° 336, de 2016, se diferencia do seguro auto tradicional por permitir a utilização de peças usadas oriundas de empresas de desmontagem para a recuperação de veículos sinistrados. A apólice deve informar claramente ao segurado as condições de utilização de peças usadas, quando houver.

A remoção da peça usada para posterior reutilização deve ser executada por empresa especializada estando tal atividade regulamentada pela Lei 12.977, de 2014.

O seguro auto popular tem como coberturas principais:

  • Colisão, Incêndio e Roubo/Furto ou
  • Colisão e Incêndio

E como coberturas adicionais (que podem ou não ser contratadas):

  • Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos,
  • Acidentes Pessoais de Passageiros e
  • Assistência aos segurados

O normativo veda a oferta de cobertura que preveja apenas indenização integral por colisão, mas valem para o Seguro Auto Popular as mesmas regras do seguro auto:

  • A indenização integral é devida quando os prejuízos resultantes de um mesmo sinistro atingirem ou ultrapassarem 75% do valor contratado
  • O segurado deve ter a possibilidade de escolher entre as modalidades de indenização integral a “valor de mercado referenciado” ou a “valor determinado” e
  • A seguradora não pode aplicar franquia no caso de indenização integral.

Em carros muito antigos, pode ser difícil estabelecer seu valor de mercado para efeito de indenização integral. Nesses casos, a apólice, bilhete ou certificado (este no caso de plano coletivo) deve deixar claro a regra de ajuste que permite chegar-se ao valor de mercado.

A norma legal permite que as seguradoras ofertem esse seguro apenas com a opção de reparo do veiculo sinistrado em rede referenciada (e não em oficina de sua livre escolha), exigindo-se que a seguradora cientifique o segurado dessa cláusula.

Além disso, a norma permite que a seguradora possa fixar uma idade mínima do veículo para obtenção do seguro.  Converse com o seu corretor.

 

Fonte. tudosobreseguros

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Como são fixados os prêmios( preço) de seguros?

As seguradoras usam dados de risco para calcular a probabilidade de ocorrência do evento contra o qual se está fazendo o seguro. Essa informação é utilizada para calcular o prêmio. Quanto mais provável ocorrer tal evento, maior será o risco para a seguradora e, como resultado, maior o valor do prêmio de seguro.

O prêmio de seguro é, portanto, baseado na quantidade de risco. Riscos baixos pagam prêmios baixos e riscos altos pagam prêmios altos, quando aceitos pela seguradora.

As seguradoras coletam informações sobre os interessados em contratar o seguro e sobre suas propriedades para determinar, o mais precisamente possível, o montante de risco de perda que está em jogo em cada caso e, daí, calcular o prêmio respectivo. Geralmente, a seguradora agrega em uma carteira grande número de apólices de um mesmo ramo.

A seguradora tem de considerar dois fatores importantes ao elaborar o prêmio que cobrará num determinado seguro:

  1. a) Quão provável é, em termos gerais, que um segurado faça um aviso de sinistro? Ou seja, qual é o risco “médio” nesse seguro?
  2. b) Uma dada pessoa interessada em adquirir esse seguro tem risco maior ou menor do que a “média” dos segurados? Se for maior, o prêmio terá de ser ajustado para cima e vice-versa.

Cálculo de probabilidade

A prática do seguro é complicada, mas o mecanismo básico é simples.

Uma seguradora ao assumir o risco de ter de pagar uma indenização de R$ 30.000,00 contra um prêmio de R$ 1.500,00 precisa analisá-lo antes da aceitação. Do ponto de vista da seguradora, o mecanismo envolve:

  • a aferição precisa do risco, o que é feito por meio de técnicas de Estatística;
  • a redução (idealmente, a eliminação) do risco por um processo de agregação de riscos similares e eventual partilha; e
  • a manutenção em balanço de volume adequado de capital próprio para suportar perdas além do esperado (esse é também um dos alvos principais das instituições oficiais reguladoras e fiscalizadoras de seguros).

Suponha que se saiba o seguinte: numa região e num ano, em média, 10% dos carros são roubados. No mundo real, o padrão de perdas (carros roubados) é instável. Assim, uma seguradora que segurasse apenas 10 carros poderia muito bem achar que há uma possibilidade significativa (de 20%, digamos) de dois carros de sua carteira serem roubados. Isso dobraria suas despesas em indenizações e, obviamente, desestimularia o negócio.

Porém, se a seguradora conseguisse reunir e segurar 10 mil carros em condições de risco similares aos 10 anteriores, ela estaria amparada por uma lei da Estatística que prova ser inferior a 1% a probabilidade de os sinistros serem o dobro da média.

Fonte:tudosobreseguros

 

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Seguro & entendimento

Seguro é um contrato entre uma pessoa ou uma empresa (segurado) e uma seguradora. Para obter a cobertura do seguro, o segurado paga um preço chamado “prêmio” e a companhia seguradora, em troca, compromete-se pagar a eventual perda financeira correspondente, durante o período da apólice.

O que é apólice?

Apólice é um documento emitido pela seguradora, que formaliza a aceitação do risco, objeto do contrato de seguro. A apólice formaliza a transferência do risco do segurado para a seguradora.

Na apólice do seguro deve estar discriminadas todas as condições contratuais, o bem ou a pessoa segurada, as coberturas de risco e as garantias contratadas, os estipulantes e beneficiários, o valor do prêmio, o prazo do contrato e as exclusões – isto é, as situações em que a indenização não é devida –, entre outras informações.

A emissão da apólice não dá, necessariamente, início à cobertura do bem. O bem estará coberto (segurado) assim que o risco tiver sido aceito pela seguradora.

Essa operação poderá resultar na emissão de um contrato de seguro ou certificado de cobertura. A apólice será enviada posteriormente. Ao receber a apólice, é importante que o segurado verifique se as condições ali contidas são as mesmas que informou ao corretor de seguros quando assinou o contrato.

A origem do termo vem do francês “police” e do italiano “polizza”, ambos tendo por origem o latim “pollicitatio” ou promessa, no caso, de pagar indenização por perda que teve como contrapartida o pagamento anterior de um prêmio.

O princípio da boa-fé

O seguro é um contrato inevitavelmente especulativo. A seguradora recebe as informações do segurado e, com base nelas, traça um perfil do risco e calcula a perda esperada e o prêmio.

Se o segurado omite informações que agravariam o risco, ameaçando de prejuízo a seguradora, ele falta com o princípio da boa-fé. O mesmo ocorre se a empresa, aproveitando-se do desconhecimento da maioria dos segurados a respeito das tecnicalidades do mercado, deliberadamente usa de terminologias vagas na apólice de modo a, por exemplo, esconder certas exclusões.

Nesses casos, a lei diz que o contrato é nulo. A lei impõe aos contratantes o dever de obedecer ao princípio da boa-fé, pois, na falta dele, o acúmulo de prejuízos de parte a parte levaria a suspeitas generalizadas e, no limite, à inviabilização do próprio mercado.

Note-se que esse princípio é aplicável a todos os contratos e transações. Ele proíbe o agente de esconder da outra parte o que sabe confidencialmente, para induzi-la a um negócio que não ocorreria ou ocorreria de modo diverso se essa parte tivesse acesso à informação sonegada. E vice-versa.

Tudosobreseguros

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O SEGURO PARA AUTOMÓVEL

O seguro de automóveis no Brasil se divide em dois grupos bem distintos: o seguro obrigatório (DPVAT – Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres) e o seguro facultativo, mais comumente conhecido como seguro de automóveis.

Recentemente, e no intuito de permitir cobertura securitária aos donos de veículos mais antigos, foi regulamentado o seguro popular de automóveis, ou “seguro auto popular”  que prevê o uso em reparos de peças usadas ou de peças novas não originais.

O seguro facultativo de automóveis garante indenização por:

  • danos acidentais causados ao veículo, ou por roubo ou furto do mesmo (ou suas partes);
  • ressarcimento de danos (materiais ou pessoais) causados pelo veículo a terceiros;
  • indenização aos passageiros acidentados do veículo (ou seus beneficiários) e;
  • assistência ao veículo e seus ocupantes, em caso de acidente ou pane.

A contratação do seguro é feita por meio de uma proposta. Esta, por sua vez, gera uma apólice, que é o contrato entre o segurado e a seguradora.

Andar num carro sem seguro é pôr em risco um patrimônio que custa caro. No que pouca gente presta atenção é que alguns cuidados também precisam ser tomados na hora de escolher esse seguro.

A primeira coisa a fazer é conhecer todas as suas regras, as garantias contratadas (coberturas) e as exclusões. Você precisa saber bem quais partes de seu automóvel estão seguradas, em quais situações se aplica o seguro e em quais situações ele não se aplica.

Ler bem o contrato de seguro e tirar todas as dúvidas com o seu corretor pode ser cansativo, mas é fundamental para que o seguro dê certo. E a escolha não deve ser feita apenas em função do preço, das condições de pagamento e dos benefícios que as seguradoras oferecem. É importante conhecer a tradição do corretor de seguros e da seguradora.

A qualquer momento, durante a validade da apólice, você pode alterar dados e condições do contrato de seguro, desde que em comum acordo com a seguradora. Essas alterações são validadas por um documento chamado endosso.

O seguro de automóveis abrange os veículos automotores de vias terrestres e reboques. Ou seja, abrange todo tipo de automóvel (inclusive motos, caminhões e ônibus), mas não pode ser contratado para veículos que andem sobre trilhos, na água ou no ar.

O seguro de automóveis contratado no Brasil tem, na maioria das seguradoras, validade para os países do Mercosul.

 

Fonte: Tudosobreseguros

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ESTRUTURA DO MERCADO DE SEGUROS NO BRASIL

O Sistema Nacional de Seguros Privados, instituído pelo Decreto-Lei n.º 73, de 1966, e alterado por legislações posteriores, tem a seguinte composição:

Além das instituições que compõe o Sistema Nacional de Seguros Privados, cabe destacar outras três importantes entidades que integram o mercado de seguros, previdência complementar aberta e capitalização:

Sociedades autorizadas a operar em seguros privados

São entidades constituídas sob a forma de sociedades anônimas, especializadas em pactuar contrato por meio do qual assumem a obrigação de pagar ao contratante (segurado) ou a quem este designar uma indenização caso ocorra o risco indicado e temido, recebendo para isso o prêmio estabelecido.

As seguradoras precisam de aprovação governamental para operar, bem como aprovação específica da Susep para cada um de seus produtos. No caso das seguradoras de saúde, a autorização cabe à Agência Nacional de Saúde (ANS). As seguradoras devem manter provisões, em conformidade com os critérios estabelecidos pelo CNSP.

Os investimentos que garantem tais provisões devem ser diversificados de acordo com as normas impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

A autorização para que as seguradoras possam operar é dada pelo Ministério da Fazenda, depois que um pedido é apresentado à Susep e submetido ao CNSP.

Qualquer alteração proposta ao estatuto social de seguradoras – ou qualquer consolidação, fusão ou operação semelhante – também precisará ser submetida à Susep e, em alguns casos, ao Ministério da Fazenda, para aprovação.

As seguradoras não podem abrir filiais ou agências no exterior sem a autorização do Ministério da Fazenda. Caso mantenha filiais ou agências fora do Brasil, a seguradora deve:

  • manter os resultados de suas operações no exterior separadamente de suas contas;
  • apresentar relatório detalhado à Susep sobre os resultados no exterior;
  • apresentar prova de que as demonstrações contábeis relativas às filiais e agências no exterior foram aprovadas pelas autoridades estrangeiras competentes.

As sociedades seguradoras estão organizadas na Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), criada em agosto de 2008.

A entidade também reúne a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), conforme as grandes linhas demarcatórias do mercado.

A CNSeg tem como missão congregar as principais lideranças, coordenar ações políticas, elaborar o planejamento estratégico do setor e representar o segmento junto às entidades internacionais.

A Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização (Fenaseg) ainda continua sendo a entidade de representação sindical do mercado segurador. A ela estão filiados os oito Sindicatos Regionais – Bahia (Sergipe/Tocantins), Minas Gerais, Pernambuco (Norte/Nordeste), Paraná, Rio de Janeiro/Espírito, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Corretores habilitados:

São pessoas físicas ou jurídicas legalmente autorizadas a intermediar contratos de seguros, ou seja, angariar e promover contratos de seguros entre as sociedades seguradoras e as pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, sendo remunerados por meio de comissão (porcentagem) sobre o valor do prêmio pago pelo segurado.

Os corretores são empresas ou profissionais liberais sem vínculos com as seguradoras, por isso mesmo, melhor posicionados para defender os interesses dos segurados.

A profissão foi regulamentada pela Lei nº 4.594, de 29/12/64, e seu exercício depende de prévia obtenção de título de habilitação concedido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Para a obtenção de tal título, a Susep exige a conclusão de curso técnico-profissional de seguros, oficial ou reconhecido, e a prestação de exame nacional promovido pela Escola Nacional de Seguros, responsável no Brasil pela formação desse profissional.

Os corretores de seguros são organizados em sindicatos estaduais afiliados à Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros – Fenacor.

No Brasil, as seguradoras só podem receber propostas de seguros por parte de corretores legalmente habilitados ou diretamente dos proponentes, mas o comissionamento da intermediação é obrigatório.

A figura do agente de seguros, profissional de vendas vinculado a uma ou mais seguradoras, comum nos Estados Unidos e Europa, não tem existência legal no Brasil.

Mais informações: www.fenacor.com.br

Fonte:   Tudosobreseguros- Portal de referência sobre seguros, previdência e capitalização 

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Veículo com seguro mais barato

Volkswagen Fox é o veículo com seguro mais barato

Pesquisa foi feita com os 50 carros mais vendidos

Diversos fatores influenciam no valor do seguro de carro, sendo que o modelo é o principal deles. A Smartia, primeiro site de seguros on-line do país, fez uma pesquisa em parceria com a TEx Tecnologia para analisar o valor desse serviço cobrado. Para isso, verificou o preço do seguros dos 50 veículos mais vendidos em setembro de 2018, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores).

O Volkswagen Fox lidera a lista com relação ao valor mais baixo (R$ 3.153,56). Em seguida estão o Fork Ka (R$ 3.396,84), o Ford EcoSport (R$ 3.525,88) e o Volkswagen Gol (R$ 3.543,22).

Por outro lado, a pesquisa apontou que os motoristas do Toyota Hilux (R$ 19.406,79) e do Fiat Toro (R$ 10.138,51) são os que mais têm que desembolsar dinheiro para ter uma garantia a mais.

A Smartia fez o levantamento em outubro e considerou os últimos 60 dias. Para o estudo, a empresa pensou em homens, casados, com idades entre 26 e 35 anos e residentes na cidade de São Paulo. Os valores apontados incluem o RCF e o IOF.

Diferença de preços

A diferença de preços nos seguros não está atrelada apenas ao valor do veículo, mas a visibilidade que ele tem. Quando um modelo é mais roubado por ladrões, as seguradoras tendem a cobrar a mais por isso, pois os riscos são maiores.

Além disso, o perfil do motorista é determinante para estipular o valor desse serviço. Como observado, a Smartia considerou um homem, casado, acima de 25 anos. Caso a pesquisa fosse feita para homens com 18 anos, por exemplo, o preço provavelmente seria maior.

A idade do condutor está entre os fatores responsáveis por precificar o seguro de veículos. Se a direção for ocupada por uma mulher, o serviço também pode ter outro preço. Para as seguradoras, elas são mais cautelosas no volante e, portanto, a segurança do veículo é maior do com que eles.

O estado civil é outro aspecto importante para as seguradoras. Em geral, as pessoas casadas têm uma vida social menos agitada, o que faz os riscos de acidentes serem menores. Já o local de residência determina o perigo dos assaltos. Nesse sentido, morar em bairros considerados perigosos pode fazer a diferença no bolso, ainda que o seguro ofereça uma garantia e um ótimo custo-benefício.

Rodrigo Conceição,

Equipe Smartia

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Somente um bom seguro vai garantir a reposição do seu patrimônio, a saúde e ainda sua aposentadoria

Em tempos de economia instável, a melhor opção para preservar o patrimônio e a vida, é o seguro!.

Para maioria das pessoas comprar um automóvel é uma conquista longa e difícil, já o risco de perda por danos ocorridos num acidente, por furto ou roubo, pode ser  grande e rápido, especialmente em tempos “bicudos”, a marginalidade crescente é uma consequência de prejuízos dessa natureza.  Somente um bom seguro pode garantir a preservação do automóvel, da residência, da saúde e, garante ainda uma boa aposentadoria.. 

O seguro ainda é meio mais eficaz para preservar o bem e a tranquilidade do cidadão, entretanto é preciso cautela na hora de fazer o seguro. Para não cair nas mãos de amadores ou golpistas, que costumam tirar proveito dos mais distraídos, escolher um bom corretor,  que tenha compromisso com  a defesa dos seus interesses, oferecendo assessoria e retaguarda na venda e no pós venda do seguro, é uma forma de comprar seguro com garantia de tranquilidade. Especialmente na eventualidade do sinistro, ocasião que a gente mais precisa da assessoria do especialista no assunto, digo, o corretor de seguros.   

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Seguro Auto – Como funciona o sistema de franquia

Entenda como funciona o sistema de franquias no seguro auto e tire suas dúvidas entendendo quais os tipos de franquias e o que é uma franquia.

Entenda sobre as franquias do seguro auto

Quando se fala no seguro auto todo mundo logo pensa no valor do prêmio, ou seja, no preço do seguro do seu veículo. Porém, se ocorrer um sinistro pode ser necessário realizar o pagamento da franquia e aí é que surgem as dúvidas.

O que é franquia do seguro?

A franquia do Seguro Auto é a parte em dinheiro que o cliente vai pagar para consertar as avarias do carro, em cada sinistro que ocorrer. Você sabe o que é sinistro? O valor da franquia está na apólice do seguro contratado.

Nos casos em que o prejuízo causado por um acidente não supere esse valor, o pagamento do conserto será da responsabilidade do segurado, não cabendo à seguradora arcar com essa indenização. Em outras palavras, é uma coparticipação do segurado no valor do orçamento. Mas quando o veículo sofre danos parciais, a seguradora arca com os custos dos reparos. Nesta ocasião, o segurado também participa, assumindo uma parte destes custos.

Por exemplo, caso a franquia do carro seja de R$ 2 mil, o cliente vai ser responsável pelo pagamento das despesas para o reparo das avarias até este valor. Caso o prejuízo seja de R$ 5 mil, você pagará os R$ 2 mil referentes à franquia, e a seguradora, os R$ 3 mil restantes. Ainda neste exemplo, no caso de prejuízos inferiores a R$ 2 mil, não fica caracterizado um sinistro para efeito do seguro, pois o custo da reparação é apenas do segurado.

Quais são os tipos de franquia do seguro de carro?

Mesmo se tratando de franquia existe uma diferença entre as existentes. Basicamente isso será percebido com base no valor cobrado por cada uma delas.

A franquia normal tem um valor equilibrado entre o prêmio e a franquia.

A franquia reduzida, como o próprio nome diz, tem um preço um pouco menor, em contrapartida o valor do prêmio aumenta. Ela é indicada para quem tem um alto risco e não quer ter que desembolsar um valor alto quando ocorrer um sinistro.

Já a franquia ampliada ou aumentada é o oposto da anterior, pois possui um custo mais elevado e um prêmio reduzido.

Como saber qual a melhor franquia de seguro auto para mim?

Os corretores que auxiliam na contratação do seguro costumam avaliar o seu perfil de risco para indicar a franquia mais adequada.

Conforme o seu histórico de direção é possível saber qual franquia do seguro de carro lhe atenderá melhor.

Mas, se ainda restar alguma dúvida, o mais indicado é contratar a franquia tradicional e com o tempo avaliar melhor o seu histórico ao volante.

Quando a franquia do seguro é cobrada?

Essa é uma dúvida bastante comum. Pense no seguinte: ela será cobrada quando houver um dano parcial, desde que esse não ultrapasse 75% do valor total do veículo.

Vamos supor que ocorra uma colisão e o valor do reparo seja de R$ 5.000,00. A franquia é de R$ 2.000,00, então você, como segurado, pagaria esse valor e a seguradora arcaria com o restante dos custos.

Mas, se o valor total do reparo for de R$ 22.000,00 e a avaliação do carro for de R$ 25.000,00, ele ultrapassaria 75% do valor total.

Nesse caso não há reparo e a seguradora paga a indenização de acordo com o estabelecido na apólice.

Existem situações em que a franquia do seguro auto é isenta?

Sim. Em caso de danos a terceiros não há cobrança de franquia e o valor será descontado do limite contratado pelo segurado.

A utilização dos serviços de assistência 24 horas, como guincho e socorro mecânico, também está isenta da cobrança de franquia do seguro auto.

Além desses casos, também há isenção em situações em que ocorram roubo, furto, queda de raio e incêndio.

É importante se informar sobre isso antes de assinar a apólice e estar atento ao tirar as dúvidas com o corretor.

Você ainda não tem seguro para o seu carro? Cote e contrate com a Smartia, seguros online para autos.

Fonte: Tudo sobre seguros

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Os preços dos seguros dos carros mais vendidos em junho

Levantamento da corretora de seguros online Minuto Seguros simulou preços médios das apólices para cinco capitais. Veja a diferença

São Paulo – Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.437,25 reais, valor médio do seguro do Fiat Mobi em Florianópolis (SC), e podem chegar a até 11.565,23 reais, preço médio do seguro do Jeep Compass no Rio de Janeiro (RJ).

Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), João Pessoa (PB), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC).

Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica.

As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de junho de 2018.

Rio de Janeiro tem os seguros mais caros

Entre as cinco cidades pesquisadas pela Minuto Seguros, o Rio de Janeiro apresenta os preços mais caros para 60% dos veículos. Já Florianópolis é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros levantados.

O preço do seguro para o Chevrolet Onix é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto é cobrado em Curitiba (R$ 2.877), e o mais baixo, em Florianópolis (R$ 1.555).

Já o Jeep Compass possui a maior diferença de preço entre as capitais. O valor mais alto é cobrado no Rio de Janeiro (R$ 11.565) e o menor é cobrado em Florianópolis (R$ 2.926), respectivamente.

Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país:

1. Chevrolet Onix

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.208,84
Rio de Janeiro R$ 2.644,52
João Pessoa R$ 1.790,67
Curitiba R$ 2.877,32
Florianópolis R$ 1.555,56

2. Hyundai HB20

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.222,82
Rio de Janeiro R$ 3.448,26
João Pessoa R$ 2.148,15
Curitiba R$ 3.562,75
Florianópolis R$ 1.857,10

3. Ford Ka

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.747,75
Rio de Janeiro R$ 4.227,44
João Pessoa R$ 1.862,33
Curitiba R$ 2.909,05
Florianópolis R$ 1.625,06

4. Renault Sandero

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.004,00
Rio de Janeiro R$ 2.855,60
João Pessoa R$ 4.021,50
Curitiba R$ 5.011,56
Florianópolis R$ 4.865,44

5. Fiat Argo

Região Preço médio
São Paulo R$ 3.092,96
Rio de Janeiro R$ 4.776,67
João Pessoa R$ 2.054,88
Curitiba R$ 3.161,52
Florianópolis R$ 1.585,17

6. Jeep Compass

Região Preço médio
São Paulo R$ 6.221,93
Rio de Janeiro R$ 11.565,23
João Pessoa R$ 4.279,58
Curitiba R$ 5.567,12
Florianópolis R$ 2.926,39

7. Volkswagen Gol

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.146,01
Rio de Janeiro R$ 3.129,01
João Pessoa R$ 2.391,50
Curitiba R$ 3.670,63
Florianópolis R$ 2.129,41

8. Renault Kwid

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.792,46
Rio de Janeiro R$ 4.472,75
João Pessoa R$ 3.183,07
Curitiba R$ 3.566,98
Florianópolis R$ 4.252,24

9. Volkswagen Polo

Região Preço médio
São Paulo R$ 3.842,08
Rio de Janeiro R$ 4.893,78
João Pessoa R$ 2.256,64
Curitiba R$ 3.377,76
Florianópolis R$ 2.082,18

10. Fiat Mobi

Região Preço médio
São Paulo R$ 2.762,34
Rio de Janeiro R$ 3.380,26
João Pessoa R$ 1.702,20
Curitiba R$ 2.402,34
Florianópolis R$ 1.437,25

Revista Exame Por Marília Almeida

access_time10 jul 2018, 12h00

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