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*Comprometimento na defesa dos interesses do corretor e maior agilidade no atendimento.
* Soluções mais adequadas ás  necessidades especificas do corretor.

Segurador e Corretor alinhados na mesma direção…

segures3-1Para corresponder expectativa do segurado, segurador e corretor devem se alinhar na mesma direção.
Nas três décadas que estive na direção de uma das corretoras de seguros de maior expressão no Distrito Federal, pude constatar que em se tratando do atendimento ao cliente, um dos principais obstáculos para o corretor corresponder à expectativa do segurado, é a morosidade nas respostas e até mesmo, a postura omissa de algumas companhias seguradoras.

Muitos corretores se empenham para prestar o melhor e mais ágil atendimento, no entanto, o desdobramento das questões quase que na totalidade dos casos depende das respostas das companhias seguradoras. Procedimentos operacionais como, aceitação do risco, emissão da apólice, indenizações, autorização para reparos no veículo sinistrado, são incumbência da seguradora. O corretor de seguros que não esteja “alinhado” com a seguradora a fim de primar pelos interesses do seu cliente, não consegue agilizar ou resolver os casos mais complexos. Consequentemente, não raro alguns segurados esperam por soluções que se estende por meses, até a resposta definitiva do segurador… e tem caso que a solução não é apresentada, acabando no judiciário.

É obvio que temos muitas seguradoras que primam pela eficiência e velocidade no atendimento do pós venda do seguro, facilitando assim o trabalho do corretor… Embora aja significante concorrência no setor, ainda existem “máquinas engessadas” na gestão de muitas companhias seguradoras impactando diretamente no atendimento que o corretor deve prestar ao segurado.

As companhias seguradoras no Brasil, disponibilizam produtos e serviços de altíssima qualidade, não deixando nada a desejar, comparado a qualquer mercado segurador dos países do primeiro mundo.

Nesse cenário o corretor (a) de seguros, exerce papel fundamental contribuindo para agilizar os procedimentos e cobrar da seguradora a solução mais adequada. Por isso o corretor deve acompanhar atentamente cada operação e interagir plenamente com o segurador. No entanto, é necessário que o corretor mantenha com a seguradora uma relação de verdadeira “cumplicidade”, e vice versa!.

A boa relação entre segurador e corretor beneficia diretamente o cliente final, o segurado, especialmente nas questões mais complexas.

Comprometimento com agilidade e eficiência, são fatores essenciais para toda modalidade de prestação de serviço. É preciso que as partes envolvidas interajam em prol de um único objetivo, dedicar ao usuário do seguro atendimento humanizado e, no tempo hábil.

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Valor da indenização por perda total do veículo…

Seguro do carro, você pode optar pelo valor da indenizaçãosize_960_16_9_carro-dinheiro

Modalidade “valor de mercado referenciado” 

Para efeito da indenização; quando o acidente (sinistro) resultar em indenização integral do veículo segurado, o que chamamos de perda total, normalmente as companhias seguradoras consultam a tabela de avaliação de veículos, chamada “tabela de referência”.

Nesse caso as companhias utilizam a tabela “FIPE”, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Entretanto, para usufruir dessa modalidade de indenização é necessário que você tenha feito opção pela mesma no ato da contratação do seguro. Você ainda pode optar por um “fator de ajuste”, percentual que será acrescido sobre o valor encontrado na tabela de referência.

O objetivo desse recurso é ajustar o valor da tabela ao valor de mercado real do seu veículo, isto, consideradas suas características particulares, como estado de conservação, opcionais e diferenças regionais:

Por exemplo, na tabela FIPE o seu carro vale R$ 30 mil, mas devido ao estado de conservação em que se encontra, você deseja contratar o seguro em R$ 32 mil. O fator de ajuste terá sido de 110%.

Caso você tenha feito o seguro do carro zero quilômetro, por valor de mercado referenciado, e na eventualidade de sinistro de perda total, durante o período de 90 dias depois da contratação do seguro, a indenização será igual à da cotação de um modelo zero quilômetro idêntico. Tem companhia seguradora que disponibiliza esse benefício por ate um ano. A partir desse período, a cotação utilizada será a de um veículo usado, do ano e modelo do carro segurado.

Modalidade “valor determinado”:

No caso de uma indenização de perda total, o valor determinado garante a indenização de uma quantia fixa, estipulada no contrato. Essa modalidade de contratação é aceita com restrições pela maioria das seguradoras. Normalmente o segurador fixa na apólice do seguro, limites mínimos e máximos para a escolha do valor segurado. Converse com o seu corretor, ele pode esclarecer o assunto mais detalhadamente.

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O importante é não deixar o carro sem cobertura do seguro…

direito-oab-concursos-assalto-carro-armaSeguro parcial contra roubo: como funciona e vantagens – http://www.seguroebastidores.com/

Quer proteger o seu carro, mas não pode investir em um seguro com todas as coberturas?

Se você está pesquisando e não encontra um plano de seguro automóvel que ofereça proteção essencial para o seu veículo e custo muito baixo, conheça o seguro parcial contra roubo.

Com o seguro parcial, você não precisa ficar preocupado com as altas taxas de roubos e furtos que ocorrem na sua cidade. Isso porque ele oferece proteção ao seu bolso e seu carro.

Diferente do plano completo, você paga bem menos e fica tranquilo. Saiba mais!

Como funciona o seguro parcial contra roubo e furto

O seguro parcial contra roubo e furto é mais uma alternativa para quem não pode pagar o seguro total. Além do valor do prêmio ser mais reduzido, essa forma de contratação oferece outras vantagens também, um seguro barato e muitos não sabem como funciona. O seguro de carro convencional e completo disponibiliza coberturas mais abrangentes, além de roubo e furto. Entre elas; colisão, incêndio, acidente pessoal, assistência 24 horas outras.

Embora o seguro parcial roubo ou furto contenha coberturas seja mais restrita, essa modalidade tem grande aceitação pelo usuário do seguro com menor poder econômico.

São várias as seguradoras que oferecem o seguro parcial contra roubo.

Vantagens que o seguro parcial contra roubo oferece

Analise o que o seguro parcial contra roubo oferece. Entre elas:

  1. Não possui análise de perfil

Você não precisa enviar informações detalhadas sobre você e seu veículo, já que isso não influenciará no valor.

  1. O valor agrada

O seguro parcial oferece cobertura para seu veículo, com custo menor. Você pode encontrar opções que podem custar metade do valor de um plano convencional.

  1. Não existe mudança de valor para cada faixa etária

Por não ter análise de perfil, o seguro parcial não é calculado com base na sua idade. Então, não importa se você tem 18 ou 50 anos, o valor será o mesmo para todos os motoristas.

  1. Aceita carros bem mais usado

Diferente dos planos comuns, o seguro parcial contra roubo aceita veículos mais velhos, já que não há cobertura contra acidentes. Isto porque a seguradora não precisa repor peças no caso de sinistro, sem considerar que nem todas as seguradoras fazem seguro para carros antigos.

  1. Possui assistência 24 horas

Além de contar com as coberturas contra roubo e furto, você ainda conta com assistência 24 horas. Entre os benefícios, você encontra: guincho, chaveiro, troca de pneus, SOS mecânico, guarda de veículos e auxílio pane seca. Consulte a seguradora.

Então, você acha que o seguro parcial contra roubo e furto compensa? É o que você estava procurando? Conte para nós!

Por: Andréia Silveira, colaboradora do site SegurodeAutomóvel.org.

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Seguradora deixa corretor e segurados “a ver navios”

img263 (2)Ocupar posição de destaque como corretor de seguros,  exige do profissional, competência, eficiência, ousadia, coragem, compromisso, transparência e lealdade aos segurados e seus parceiros seguradores. Nesse sentido, por 30 anos na gestão da Taurus Corretora de seguros, com a sensibilidade da mulher, observei  e dediquei especial atenção aquilo que as pessoas falavam, para buscar amparo e assegurar a solução que iria suprir reais anseios. Nunca medimos esforços para atender satisfatoriamente os clientes segurados, nos empenhamos com total dedicação, fatores que sempre fizeram significante diferença.

 Um exemplo da fidelidade e comprometimento com os segurados e o setor de seguros; por intermédio da Corretora Taurus, no Distrito Federal; chegamos a  honrar compromisso da seguradora coplavem, usando recursos próprios, providenciamos cobertura para cerca de 3.000 eu disse, três mil apólices alocadas na SEGURADORA COPLAVEM , que na época abrira falênciaA seguradora coplavem deixou os automóveis de milhares de segurados, em Goiânia e Distrito Federal desprovido de cobertura securitária. Na época a corretora também honrou dividas da seguradora COPLAVEM, contraídas com cerca de 20 eu disse vinte oficinas mecânicas, que haviam reparado danos em veículos “segurados” na companhia, por intermédio da Taurus Corretora.

Foram anos de transtornos e busca na justiça por acordo, para que a corretora fosse ressarcida ( parcialmente) dos prejuízos causados pela insolvência da seguradora, que ate onde sei, ate hoje não fora liquidada.  Há época o fato foi registrado e noticiado pela Gazeta Mercantil de 17/07/1995 .

Não basta querer, e preciso ter paixão e muita coragem para enfrentar tais desafios… Você pode estar pensando, isto ocorreu há muitos anos!, entretanto segue o alerta para você consumidor e você corretor de seguros; atualmente ainda ocorrem situações semelhantes, não raro uma companhia de seguros se torna insolvente,  deixando corretores, usuários e prestadores de serviços “a ver navios”. Corretor, trabalhe sempre com seguradoras sólidas e tradicionais, pesquise sobre isto.

 

 

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Fraude na emissão do DPVAT faz motoristas pagarem seguro para golpistas

228_not_NqiVNEmpresa responsável pelo seguro obrigatório emite alerta sobre vírus que altera código de pagamento e envia dinheiro para criminosos

Os motoristas devem ficar atentos na hora de pagar o DPVAT para não correr o risco de estar dando dinheiro para golpistas. Responsável pela administração do seguro obrigatório, a Seguradora Líder emitiu um alerta informando que um vírus no sistema pode alterar os códigos durante a emissão dos boletos, fazendo com que o valor pago seja direcionado para a conta de criminosos.

O alerta é exibido quando o motorista tenta emitir a guia de pagamento. Na mensagem exibida, a seguradora informa sobre a ação do vírus e indica como é possível identificar um boleto autêntico de um que já foi fraudado. Segundo a empresa, alguns números no código são padronizados e devem constar em todos os boletos.

Os três primeiros dígitos do primeiro grupo numérico, por exemplo, deve ser 866. No segundo grupo, a partir da quinta posição, devem aparecer os dígitos 0924860 e o terceiro conjunto deve começar com o número 8. Isso garante que o pagamento vai ser feito para a empresa e o débito do DPVAT vai ser quitado.

Caso a guia emitida tenha dígitos diferentes do indicado pela seguradora, os motoristas devem refazer o processo. Caso tenham problemas, podem entrar em contato com a companhia pelo telefone 0800-701-3427.

Fonte Gazeta do povo -11/01/2018

 

 

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Seguro popular de carro é mais barato, mas tem cobertura reduzida

low-cost-seguro-autoSeguro popular: a nova modalidade tem características diferentes em relação à cobertura, indenizações, danos a terceiros e assistência. O novo serviço é mais acessível, mas tem seus pontos negativos como a franquia mais cara e cobertura e indenização com valores reduzidos.

Segundo a SUSEP o seguro, apesar de ter como principal clientela os carros fabricados há mais de cinco anos, não será restrito a essa parcela da frota nacional. Qualquer segurado poderá optar pelo novo produto, desde que seja avisado que os reparos serão feitos com peças usadas ou seminovas. O normativo também prevê que essas peças não poderão ser usadas quando envolver a segurança dos passageiros, como o sistema de freios, suspensão, cintos de segurança, entre outros.

Destinado a quem nunca teve uma apólice, o seguro popular já está disponível no país a preços atrativos. Os valores são em média 30% mais baixos que os das coberturas tradicionais, segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

“Há mais de 30 anos a frota de veículos segurados representa apenas 25% do total. Chegou a hora de estimular a inclusão securitária comercializando planos dedicados às necessidades desse público”, afirma Luiz Alberto Pomarole, vice-presidente da Fenseg.

O principal diferencial do novo serviço é a possibilidade de aproveitar peças reutilizadas e não originais (mas certificadas) no conserto dos carros.

“A autorização do uso de componentes usados só foi possível graças à lei do desmanche, que regulamentou os desmontes de veículos no país em 2014”, diz.

Por enquanto, apenas duas seguradoras oferecem o seguro popular, Azul e Tokio Marine. Ambas só aceitam automóveis com cinco anos ou mais de uso.

A Azul atende pouco mais de 40 modelos com valores de até R$ 60.000, já a Tokio conta, por enquanto, com 15 veículos de entrada.

“A restrição de atender carros com mais de cinco anos veio das próprias seguradoras. Afinal, a partir dessa idade é que o carro já conta com uma quantidade substancial de peças usadas no mercado”, explica Felipe Milagres, diretor da Azul Seguros.

Limitações

Para ter uma ideia da diferença de preço entre o seguro tradicional e o popular, QUATRO RODAS solicitou à Bidu corretora uma cotação de quatro modelos (veja tabela mais abaixo) para dois perfis de público: um jovem e um tradicional.

O seguro convencional de um Volkswagen Gol 1.0 2011, por exemplo, ficaria em R$ 5.142. Já no novo Auto Popular, a apólice cairia para R$ 3.118, um desconto de 40%.

Se a redução de preço é um grande atrativo, é bom saber que há algumas desvantagens.

A nova modalidade tem características diferentes em relação à cobertura, indenizações, danos a terceiros e assistência.

O seguro popular cobre colisão, roubo e furto, com indenização de 80% a 90% da Tabela Fipe, enquanto o tradicional oferece cobertura de 100% até 110%.

Outro ponto que merece atenção é a franquia, que é cerca de 30% mais cara que a da apólice tradicional.

Por isso, com o seguro popular é preciso avaliar com cuidado qual é a possibilidade de se envolver em colisões porque, dependendo do caso, pagar o valor maior da franquia pode anular a economia feita na contratação.

Você protege o carro usado pagando até 40% menos (Nik/Quatro Rodas)

Na Azul, danos a terceiros também têm um limite menor, de R$ 25.000, enquanto a proteção comum estabelece o teto de R$ 50.000.

Em relação à assistência, o cliente do plano popular tem guincho que pode rodar até 100 km, contra 400 km do convencional.

O consumidor também perde serviço de chaveiro, retirada do veículo, retorno ao domicílio e hospedagem em caso de problemas.

Itens reutilizados

Quanto à questão das peças de segunda mão utilizadas nos consertos, as empresas avisam que só podem ser aproveitados componentes da carroceria, como para-choques ou faróis.

“É importante deixar claro ao consumidor que peças provenientes de desmanches regularizados não podem ser usadas nos reparos dos freios, suspensão, amortecedores, pneus ou outros itens de segurança”, afirma Luiz Padial, diretor da Tokio Marine.

A Tokio lançou seu seguro popular em dezembro e diz que já fechou mais de 300 contratos em São Paulo e Rio de Janeiro.

Nos próximos meses, pretende chegar a Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba.

A expectativa é atingir 200.000 unidades nos próximos três anos, o que representaria 15% da carteira de veículos.

A Azul opera seu novo serviço apenas em São Paulo, mas pretende ampliar para outras capitais do país até o fim do ano. Segundo o executivo da companhia, outra vantagem desse produto é ser ecologicamente correto.

Em vez de estampar uma nova peça da carroceria para o conserto, usamos uma já pronta de outro carro. É uma verdadeira reciclagem sem ônus para o consumidor”, diz Milagres.

Carro Seguro Comum -perfil Jovem * (franquia) Seguro popular – perfil Jovem *(franquia) Seguro comum – perfil Quatro Rodas **(franquia) Seguro popular –  perfil Quatro Rodas ** (franquia)
Gol 1.0 2011 R$ 5.142 (2.915 -franquia) R$ 3.118 (3.207) R$ 3.345 (2.915) R$ 2.385 (3.207)
Celta 1.0 2011 R$ 3.601 (2.564) R$ 2.551 (2.821) R$ 2.611 ( 2.564) R$ 2.030 (2.821)
Ka 1.0 2011 R$ 3.228 (2.695) R$ 2.263 (2.965) R$ 2.356 (2.695) R$ 1.817 (2.965)
Clio 1.0 2011 R$ 3.243 (3.245) R$ 2.645 (3.570) R$ 2.464 (3.245) R$ 2.108 (3.570)

Os valores foram fornecidos pela Bibu Corretora com cotações da seguradora Tokio Marine.

*Perfil Jovem: homem, 23 anos, solteiro, morador de São Paulo

**Perfil Quatro Rodas: homem, 35 anos, casado, morador de São Paulo

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Quatro Rodas.

Por Isadora Carvalho, da Quatro Rodas

_time17 abr 2017, 16h32 – Publicado em 17 abr 2017, 16h19

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SEGURO NÃO É UM NEGÓCIO ENTRE “AMIGOS”…

pirata-1Para e pense; a proposta de cooperativas ou associações  que oferecem a “proteção veicular” é basicamente a divisão do custo do“seguro”do carro com pessoas desconhecidas, ou entre amigos…

É  mais ou menos assim; o cooperado paga uma taxa de adesão e a mensalidade para custear a operação e, quando houver acidente ou roubo, no mês que ocorreu o acidente, o valor desse sinistro será dividido entre os associados. Daí a parcela mensal varia de preço.

Estima-se que há no Brasil mais de 3 milhões de coope­rados divididos em cerca de centenas de associações espalhadas pelo país. Tudo começou com uma cooperativa mineira de proteção veicular, que reunia caminhoneiros que não podiam pagar o seguro”.

Especialistas apontam que essas  associações não têm fins lucrativos e existem especialmente para atender os supostos“rejeitados pelas seguradoras”… os associados seriam, em sua maioria de excluídos, jovens, com até 25 anos, os que têm automóveis com mais de dez anos de uso,aqueles que estão com o nome negativado, dentre outros que possuem fatores de risco relevante para as seguradoras. Cabe lembrar que para estas situações as seguradoras disponibilizam seguros específicos!.

Além do suposto baixo preço, outro fator que atrai consumidores para as cooperativas é o fato de elas não exigirem nenhuma análise de perfil. Ora, o sistema de  perfil é um gerenciador de risco e você pode pagar muito menos!.

Embora afirmem afirmam que a intenção não é concorrer com as seguradoras, pois dizem ser alternativa para os cidadãos que têm perfis não aceitos por elas,” é comum a pratica da“cassa pelo consumidor através de  mídias  vastamente divulgadas no mercado, pelas associações e cooperativas deproteção veicular.

Não raro identificamos reclamações em relação a algumas associações. Os mais comuns são consertos malfeitos, demora no reparo, pagamento de roubo sem respeitar o valor da tabela Fipe e até a falta de pagamento”, segundo  levantamento do Procon, as principais reclamações feitas são os serviços não entregues ou feitos pela metade, mesmo quando o associado paga em dia as mensalidades.

Não há um órgão que fiscaliza e regulamenta as associações e cooperativas de proteção veicular, elas não possuem reservas de recursos, como é exigida por parte das seguradoras, assim,  num acidente de grandes proporções, que afete vários carros cooperados, há um grande risco de prejuízo generalizado.”

Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), as associações ou cooperativas que atuam nesse ramo estão agindo à margem da lei, já que não há nenhum agente fiscalizador para esse setor.

A forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras devidamente autorizadas pela SUSEP, passando a representar seus associados e cooperados como legítimos segurados.

Sendo assim, o mais confiável é fazer o seguro numa seguradora, através de um corretor de sua confiança, que deverá defender e zelar polos seus interesses na ocasião do sinistro. Caso contrario é o mesmo que “reinventar a roda” e pior, correr riscos e transtornos desnecessários.  Afinal amigo é amigo, negócios a parte!.

              Corretor de Seguros, não tem comparação!!!

*Atuam regulamentados por leis federais, como o Código de Defesa do Consumidor;

* Tanto o corretor de seguros quanto a seguradora tem registro e autorização da SUSEP para a comercialização de soluções;

* As seguradoras têm todas as estatísticas e experiência em cálculos atuariais para determinar os custos corretos dos seguros;

* A venda do seguro é realizada pelo corretor de seguros pessoa física ou jurídica e seus prepostos legais, que são formados em curso que dá habilitação técnica para orientação aos clientes;

* Firma-se contrato em que a seguradora assume o risco;

* As seguradoras têm reservas financeiras para garantir pagamentos de indenizações e são auditadas;

* Sem limite na quantidade de sinistros por vigência, sem multas por uso excessivo e possibilidade de cancelamento a qualquer momento;

* Indenização em até 30 dias;

* Diversas modalidades de assistência 24 hs, para o carro, residência, pet etc…

* Precificação de acordo com o perfil e bônus de desconto dado ano a ano quando não há sinistro.

Afinal a gente só sabe se fez um bom seguro quando precisa dele!.

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Seguradora pode recusar a proposta, depois do seguro pago…

Mesmo com a proposta assinada,o valor do seguro pago e realizado vistoria ou apresentado recusado1nota  fiscal do carro, isto não significa que o seu carro esteja seguro!. A seguradora pode recusar a proposta do seguro, desde que justificada tal recusa. Quando isto ocorre, a seguradora poderá conceder prazo de alguns  dias úteis, contados da data em que foi formalizada a comunicação da devolução da proposta para o corretor ou para você. Esse prazo é o tempo para você procurar seu corretor, e para ele mesmo agir a favor do seu interesse, identificando outra seguradora que aceite segurar seu carro.

A seguradora tem um prazo de 15 dias do recebimento da proposta, para aceitar ou não o seu seguro. Normalmente o seguro é  recusado quando o veículo apresenta alto índice de avarias, irregularidades na documentação, registro de condutores apresentam histórico de sinistros, inadimplências, condutores processados por dirigir embriagados, que tenham ocorrência de habilitação suspensa e outras irregularidades em conformidade com a legislação ou com as normas que regem a apólice do seguro para fins de aceitação do risco.

Para não se surpreender com o seguro recusado pela seguradora, especialmente se esta viajando ou vai viajar, garanta sua tranquilidade com um corretor de sua confiança, faça ou renove seu seguro com antecedência de 20 dias da sua viagem. Assim, se o seguro do seu carro for recusado pela seguradora, o seu corretor saberá como agir para  preservar a cobertura do seguro.    “ Afinal a gente só sabe se fez um bom seguro, quando precisa dele”. Saúde e Paz.

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Isto não é seguro, é dor de cabeça!..

IMG-20171003-WA0025-1 (2)Ignorando a legislação e normas que protegem o consumidor de seguros no país, dezenas de associações e cooperativas de “proteção veicular” vem insistindo  em atuar  irregularmente no mercado de seguros. Sem respaldo ou amparo de reservas técnicas que possam garantir a indenização dos supostos “seguros”, essas organizações  vem comercializado “seguros” sem controle.

Assim muitos consumidores, acabam vítimas de verdadeiras ‘arapucas’ e, com frequência assumem prejuízos ou enfrentam causas que se estendem por longo tempo no Judiciário, afim de obterem a reposição do bem.

Se você não quer correr o risco de ser mais uma vítima dessas falcatruas, é aconselhável se conscientizar de que; seguro deve ser feito somente com  Companhias seguradoras atraves de Corretores de seguros devidamente habilitados pela SUSEP e seus  prepostos legais.

Fazendo um seguro bem feito com o corretor, se precisar utiliza-lo, você vai ter a garantia de uma indenização ágil e muito mais segura, sem precisar buscar meios jurídicos para obter o ressarcimento do seguro do veículo.

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Parece seguro, mais é fraude!..

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                                  CUIDADO, ISTO NÃO É SEGURO!.

A contratação do seguro pode virar dor de cabeça em vez de garantir a tranquilidade do consumidor.

Desde as primeiras matérias postadas nesse blog, há sete anos, vimos denunciando essa “pouca vergonha”, cujo ônus da irresponsabilidade está sempre sobrando para o consumidor. É vergonhosa a frequência das fraudes e o descaso que vêm afetando o usuário de seguros de automóvel.

Volto ao assunto pelo  significante  índice dos  registros que recebemos neste blog, por parte daqueles que se sentem lesados pelos fraudadores do seguro pirata. São consumidores  leigos no assunto, que acabam vítimas de verdadeiras ‘arapucas’ e com frequência, assumem silenciosamente os prejuízos ou enfrentam causas que se estendem por longo tempo no Judiciário.

Ignorando a legislação e normas que protegem o consumidor de seguros no país, dezenas de associações e cooperativas de “proteção veicular” vem atuando livre e irregularmente no mercado de seguros, sem respaldo da lei ou amparo de reservas técnicas que possam garantir a indenização dos supostos “seguros” que vem sendo comercializados sem controle.

Na tentativa de acabar com a “farra do boi”, o Deputado Federal Lucas Virgilio, Doutorado no assunto por ser também Corretor de seguros, Autor do  PL 3.139/2015,  que pede o fim da atuação das tais associações e cooperativas de “proteção automotivas”, estará empenhado  na “comissão especial” destinada a proferir parecer  ao Projeto Lei referido, que ocorrerá nesta terça feira dia 29. Mas as tais associações e cooperativas não perdem tempo e fazem pressão articulando politicamente nos corredores da Câmara dos Deputados.

O fato é que precisamos criar meios para divulgar as falcatruas existentes na comercialização do seguro e conscientizar mais a população de como fazer um seguro bem feito, de forma que o cidadão não precise buscar meios jurídicos para obter o ressarcimento do seguro. Estou sempre alertando que seguro é “coisa” séria! O consumidor precisa saber a quem está confiando a preservação do seu patrimônio, não adianta fazer um “seguro” barato e se precisar utilizá-lo, ter aborrecimentos, ter que recorrer aos órgãos de defesa do consumidor ou judiciário.

Devemos fazer seguro com quem entende do assunto, com especialista, um corretor que possua tradição de bons serviços prestados.

 

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