Usuário de seguro desamparado de garantia assistencial…

O desenvolvimento do setor de seguros no Brasil, assim como em outras vertentes da nossa economia, se fez necessário novas medidas governamentais, bem como no setor privado, a exemplo do que vem ocorrendo.

 Nesse sentido, a desregulamentação da atividade profissional do corretor de seguros, ( que ainda não conta com um conselho específico) se torna ainda mais preocupante. Não obstante a  necessidade do segurado que se torna cada vez mais específica, agora qualquer pessoa ou organização poderá comercializar apólices de seguros, mesmo sem o devido conhecimento e especialização técnica no assunto.

O cenário é preocupante, observando que nem todos os produtos e serviços acompanham essa demanda, especialmente no pós venda do seguro.

Note que o seguro é abstrato e complexo, o contrato só é efetivado depois do pagamento do prêmio ( valor), quem paga a indenização, prima pelo seu resultado, e ainda; o segurado dificilmente entende as diversas cláusulas que regem o contrato e ou, a apólice do seguro. Sendo assim é evidente  que você vai saber se o seguro funciona” caso precise utiliza lo.

 Órfãos de fiscalização no setor, não  restam dúvidas que poderá ocorrer também significante aumento da insatisfação do segurado, especialmente no pós venda do seguro.

Por conseguinte, presumimos que consumidores insatisfeitos que não conseguirem respaldo e ou orientação na eventualidade do sinistro, irão recorrer ao PROCON ou órgãos correlatos.

Obviamente que ninguém faz seguro para ter aborrecimento, recorrer judicialmente, ou ficar esperando por tempo indeterminado afim de reparar danos cobertos pela apólice ou para obter uma indenização. Não foi por acaso que a atividade do corretor de seguros até então, era inserida no Sistema Nacional de Seguros, regulamentada e fiscalizada por este. Cabe lembrar que doravante, isto não acontece mais.

 Contudo vejo nesse cenário, boas e novas oportunidades de empreendimento para aqueles profissionais que realmente  conheçam e dominam a arte de servir a contento o segurado, especialmente no pós venda do seguro para automóvel. (Nicho de maior complexidade)

Por Telmaiara Gomes

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Medida provisória extingue o seguro DPVAT a partir de 2020

Foi publicada nesta terça-feira (12) a Medida Provisória 904/2019 que extingue, a partir de 1º de janeiro de 2020, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT). Segundo o governo, a medida foi recomendada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para evitar fraudes. Em 2018, arrecadação bruta com o seguro DPVAT alcançou R$ 4,7 bilhões

Em 2016, o tribunal verificou que o cálculo do prêmio do DPVAT incorporou, entre 2008 e 2012, despesas irregulares de aproximadamente R$ 440 milhões, o que tornou o prêmio mais caro para os proprietários de veículos.

Conforme a medida provisória, os acidentes ocorridos até 31 de dezembro deste ano continuarão cobertos pelo DPVAT. A Seguradora Líder, gestora do seguro obrigatório, permanecerá responsável pelos procedimentos de cobertura dos sinistros ocorridos até 31 de dezembro de 2025. Após essa data, a responsabilidade passará a ser da União.

A medida provisória também extingue o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por sua Carga (DPEM), que dá cobertura a vítimas de acidentes com embarcações. Segundo o ministério, esse seguro está inoperante desde 2016.

Operação

Criado pela Lei 6.194, de 1974, o seguro DPVAT, pago anualmente por todos os proprietários de veículos do país, ampara as vítimas de acidentes de trânsito, independentemente do responsável, oferecendo coberturas para três naturezas: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas. O seguro é administrado por um consórcio que reúne 76 companhias de seguros que atuam no país.

Do total arrecadado com o seguro obrigatório, 45% são repassados ao Ministério da Saúde, para custear o atendimento médico-hospitalar de vítimas de acidentes de trânsito, e 5% vão para o programas de prevenção de acidentes. O restante (50%) vai para o pagamento das indenizações do seguro. Com a entrada em vigor da medida provisória, os repasses aos ministérios acabam.

Tesouro Nacional

A MP 904/2019 determina também que a Seguradora Líder vai transferir para o Tesouro Nacional os recursos acumulados que não estiverem vinculados ao pagamento de coberturas. O repasse será feito em três parcelas anuais de R$ 1,25 bilhão, entre 2020 e 2022. Eventual saldo remanescente será transferido para o Tesouro após a publicação do balanço de 2025.

Recebido a MP, o Congresso Nacional vai criar uma comissão mista para analisar o texto. O relatório aprovado na comissão será votado posteriormente nos plenários da Câmara dos Deputados e, em seguida, do Senado.

Da Agência Câmara Notícias

Fonte: Agência Senado

Da Redação | 12/11/2019, 14h18

 

 

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SUSEP DESREGULAMENTA CORRETORES DE SEGUROS

Autarquia abre espaço para a autorregulação da categoria

Com o objetivo de gerar mais eficiência à gestão pública e concentrar esforços em atividades que demandem regulação específica, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio de Medida Provisória expedida pela Presidência da República, deixa de regular a categoria de corretores de seguros.

A iniciativa vem com o entendimento que a categoria está madura para atuar em um ambiente mais flexível, sem a presença do regulador, assim como acontece em diversos outros setores da economia. A autorregulação trará mais eficiência e mais liberdade ao setor de seguros.

Os corretores de seguros não estão mais sujeitos à habilitação e ao recadastramento, antes realizados pela Susep, o que representa menos custos para as duas partes.

Nos últimos anos, com a limitação nos gastos públicos e cortes orçamentários frequentes, a Susep tem buscado aumentar a sua eficiência regulatória. A autorregulação dos corretores aparece como uma opção viável dentro deste processo.

Hoje, os corretores representam cerca de cem mil registros, entre pessoas físicas e jurídicas. Entende-se que o desenvolvimento do setor será mais promissor se for permitido que a própria categoria se organize em torno da atividade de autorregulação, estabelecendo procedimentos próprios.

A autorregulação é um pleito antigo da categoria de corretores e a medida trará benefícios aos próprios profissionais e ao mercado de forma geral, beneficiando, em última instância, os consumidores de seguros.

11/11/2019

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Querem acabar com o corretor de seguro

No artigo 51 da Medida Provisória 905/19, foi revogada a Lei 4.594/64, que regula a profissão de corretor de seguros. Além disso, foram revogados os artigos do Decreto-Lei 73/66 (que regulamenta o Sistema Nacional de Seguros Privados) que incluem os corretores de seguros entre os integrantes do Sistema.

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) emitiu uma nota e seu presidente gravou um vídeo para o YouTube, externando sua irresignação e discordância quanto aos termos da Medida Provisória 905/19.

A Fenacor está absolutamente correta. Uma coisa é a proposta da autorregulamentação da atividade do corretor de seguros que vinha sendo defendida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), outra completamente diferente é a revogação da lei que regula a profissão do corretor de seguros e a sua exclusão do Sistema Nacional de Seguros Privados.

Em direito, boa intenção não vale, o que vale é o que está escrito no texto legal. No caso, a MP 905/19, expressamente revoga a lei que regula a profissão e exclui o corretor de seguros do Sistema Nacional de Seguros Privados. Ou seja, se a MP for aprovada sem que estas regras sejam modificadas, a corretagem de seguros deixa de existir como profissão regulamentada por lei.

Este cenário, hoje, coloca em risco a sociedade brasileira, já que qualquer pessoa estará autorizada a intermediar seguros, derrubando a qualidade profissional exigida de quem exerce a atividade.

Sem lei que regulamente a profissão e com a possibilidade de qualquer cidadão entrar no negócio, nasce a ameaça concreta do segurado não receber a indenização de forma correta, em prazo razoável e sem maiores complicações, como acontece nos dias de hoje.

O corretor de seguros não é um mero intermediário que oferece algo para ser comprado por alguém que tem interesse no negócio. Sua ação não se extingue com a assinatura do contrato. Ao contrário, ela começa bem antes e só termina quando o contrato de seguro vence, normalmente um ano depois de sua assinatura.

Para ser corretor de seguros o interessado deve ter uma série de conhecimentos técnicos indispensáveis para assessorar o segurado durante toda a vigência da relação contratual com a seguradora.

Cabe ao corretor de seguros identificar e quantificar as necessidades de proteção do segurado. Cabe a ele apresentar as melhores apólices para o risco, tanto no que diz respeito às garantias, como ao preço.

Mas, principalmente, cabe ao corretor de seguros acompanhar todo o andamento do contrato, apresentando inclusive as opções para sua renovação.

Ao longo desse caminho, sua principal missão é assessorar o segurado quando ele sofre um sinistro. É o corretor quem defende o segurado durante todo o andamento da regulação, desde o aviso do sinistro até o pagamento da indenização. E ele o faz porque é o especialista que tem condições de negociar com a seguradora a melhor solução para o seu cliente.

É evidente que o corretor de seguros não é o único canal de venda de seguros. Aliás, a lei revogada não dava a ele este monopólio, permitindo a venda direta pela seguradora.

Ele se transformou no principal canal de distribuição de seguros porque é profissionalmente competente e sua competência é aferida, depois dele participar de um curso obrigatório, através de uma prova rigorosa para testar seus conhecimentos.

A aplicação da prova e a fiscalização da profissão não serem competência da SUSEP faz todo o sentido, mas isso é completamente diferente da extinção da profissão.

Fonte: Antonio Penteado Mendonça, O Estado de S. Paulo – 18/11/2019

 

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SUSEP EMITE PARECER JURÍDICO SOBRE A CONTRATAÇÃO DIRETA DE PRODUTOS DE SEGURO

Não acredito que abrir mão de pagar a comissão do seguro para o corretor, possa aumentar as vendas de seguros no país. Acredito que possa até aumentar os índices de reclamações por parte do segurado que optar por esta pratica, uma vez que deixam de contar com a orientação, apoio e assessoria do corretor de seguros, especialmente na eventualidade do sinistro. Por outro lado, este procedimento já existe, penso que apenas será oficializado pela SUSEP.   Telmaiara Gomes

Em carta-circular, a autarquia esclarece que, na venda de seguros por meio de bilhete, a comissão é opcional

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) enviou, nesta segunda-feira (16), ao mercado segurador, uma carta-circular esclarecendo a possibilidade de contratação direta de produtos de seguros via bilhete.

De acordo com parecer jurídico da Procuradoria Federal junto à Susep, em casos de contratação direta de seguros, o recolhimento de comissão é opcional. O parecer foi demandando à Procuradoria em virtude da norma de sandbox, que deverá ser colocada em consulta pública ainda este mês. O entendimento da Susep está em linha com os artigos 18 e 19 da Lei nº 4.594/64.

O diretor da Susep Rafael Scherre explica que a ação da autarquia objetiva trazer segurança jurídica para o mercado e, consequentemente, ampliar a concorrência e a oferta de produtos de seguros aos consumidores. “A Susep está atenta aos processos de inovação tecnológica, o que implica diretamente em novas formas de contratação de seguros. Esse é mais um instrumento que visa o desenvolvimento do mercado, buscando oferecer opções e baratear o custo final dos produtos aos consumidores”, argumenta.

Segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil figura entre os países com a maior relação comissão/prêmio do mundo, com 9,77%, enquanto a Dinamarca é o país com a menor relação, com 0,9%. Os Estados Unidos registram 4,8%.

Os dados também apontam que o percentual de comissão em relação ao prêmio no Brasil sobe para 19,80% se for desconsiderado o VGBL, conforme demonstra o gráfico anexo.

Com essa medida, espera-se que o preço do seguro ao consumidor final seja reduzido e que a base de pessoas seguradas no País aumente.

Confira a íntegra da carta-circular

16/09/2019
 
Ações 
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Vai fazer seguro do carro, atente para cobertura de terceiros…

A cobertura para danos materiais de terceiros RCF merece destaque, uma vez que ocorrendo colisão,  a indenização vai depender do valor contratado.

Por exemplo: Se você bater em um veículo cujos reparos ficaram em 10 mil reais e você tem contratado em sua apólice danos materiais a terceiros de 50 mil reais, significa que terá cobertura sim (vamos levar em consideração que perfil do segurado esteja correto e sinistro esteja de acordo com as condições gerais da seguradora).

Mas como não se escolhe em que carro você irá bater, 50 mil pode acabar sendo um valor de baixo para ter em sua apólice.

Atualmente é comum diversos veículos importados e de valores bem altos, circular no trânsito…então pra que se arriscar?
Daí a importância de contratar uma cobertura um pouco mais elevada, já que a indenização vai depender do valor contratado. Por exemplo: Se você bater em um veículo cujos reparos ficaram em 10 mil reais e você tem contratado em sua apólice danos materiais a terceiros de 50 mil reais, significa que terá cobertura (vamos levar em consideração que perfil do segurado esteja correto e sinistro esteja de acordo com as condições gerais da seguradora).

Entretanto, caso você se envolva numa colisão com mais de um veículo, pode ser que tenha um prejuízo significante.

 Melhor mesmo é contratar uma cobertura significativa, já que o custo para respectiva contração, é irrisório. Fale com o seu correto, é muito mais seguro.

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Pergunte ao corretor

Antes de fechar a compra do seguro, é fundamental esclarecer ao máximo sobre o seguro que está contratando. A seguir, nós separamos uma das perguntas que você deve fazer ao corretor e antecipamos os primeiros esclarecimentos.

Como escolho a melhor seguradora para mim?

Existem seguradoras especializadas em determinados riscos que, portanto, oferecem um serviço especializado que pode custar mais caro. Além disso, as empresas variam quanto à qualidade do atendimento e administração do contrato de seguro, bem como em termos de situação financeira.

Seguradoras em dificuldades podem ser tentadas a baixar seus preços na urgência de ganhar mercado e sobreviver. O atendimento, no entanto, sofre. Do mesmo modo, empresas em expansão desordenada podem ter piorado as condições de atendimento aos segurados.

Um mínimo de conhecimento do mercado é necessário. O corretor deve demonstrar esse conhecimento a você.

Você pode até se informar a respeito da saúde financeira e do nível de atendimento da seguradora, como no site da Superintendência de Seguros Privados (www.susep.gov.br) e junto a órgãos de defesa do consumidor. Mas não deixe de perguntar ao seu corretor a respeito.

Fonte: tudosobreseguros

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As variáveis do seguro de automóvel

Você certamente já se perguntou qual a razão de as seguradoras precisarem de tantas informações para calcular o valor do seguro de carros. Isso acontece porque todo segurado está exposto a determinados riscos e quanto maiores forem esses riscos, maior será o valor na cotação do seguro do carro.

O cálculo é feito a partir de informações sobre o motorista, o veículo e a modalidade do seguro pretendido.

Fatores que influenciam no valor do seguro de automóvel

Motorista: O valor do seguro de carro varia de acordo o perfil dos motoristas, nos seguintes tópicos;

  • Histórico de sinistros: caso o cliente já tenha se envolvido em outras ocorrências anteriormente (acidentes, roubos de carros sem seguro etc);
  • Tempo de habilitação: motoristas mais experientes são mais habilidosos e cuidadosos, com menos chances de danificarem o carro se comparados às pessoas recentemente habilitadas;
  • Região: a seguradora também leva em consideração as condições de segurança por região.

Veículo

As questões referentes ao carro também influenciam no valor do seguro auto. Entre elas estão:

  • Marcas: há marcas de veículos que são mais visadas pelos bandidos e, por isso, o preço do seguro é mais alto;
  • Ano de fabricação: carros mais novos têm reposição mais cara, logo, o valor do seguro também será maior;
  • Alarmes, bloqueadores e rastreadores: esses equipamentos ajudam a evitar roubos e furtos. Por conta disso, quem faz uso desses aparelhos pode ter descontos no seguro;
  • Garagem: veículos que são guardados em garagens (em casa ou no trabalho) têm uma cotação mais baixa no seguro.

Planos de seguro

  • Coberturas: o valor do seguro auto também varia dependendo das coberturas e assistências que são contratadas;
  • Franquia: quanto menor a franquia, maior o preço do seguro auto.

Cuidado com as diferenças entre seguro de carro e proteção veicular

Você sabia que em média, um carro é roubado no Brasil a cada minuto? Em São Paulo, são 6 mil carros roubados por mês! Por isso, proteger o seu carro é cada vez mais importante.

Mas, cuidado para não confundir seguro de carro com proteção veicular. Converse com um bom corretor de seguros.

 

Fonte. Portal Porto Seguro

 

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Por que eu preciso de um corretor de seguros?

O corretor de seguros é seu representante junto às seguradoras. Ele existe para garantir que você entenda todos os detalhes do contrato e para que seus interesses e direitos sejam cumpridos pelas seguradoras.

Por exemplo, caso você precise alterar o seu seguro ou tenha que acioná-lo, será a sua corretora quem irá ajudá-lo da melhor maneira.

Como são empresas voltadas exclusivamente vender o seguro e atender no pós venda aos segurados, conseguem ser mais ágeis, uma vez que acompanham e cobram das seguradoras, velocidade nos procedimentos.

Por que eu devo preencher um formulário?

Muita gente pensa que o é o modelo do carro é o que mais influência no preço do seguro automóvel, mas isso não é verdade. Na realidade, o principal fator é o perfil do motorista. Assim, as seguradoras precisam entender o seu perfil para precificar e decidir assumir ou não o risco. Para isso usam o Questionário de Avaliação de Risco.

Geralmente, esse questionário contém questões sobre:

  • Idade do condutor principal
  • Tempo de habilitação desse mesmo condutor
  • Sexo do condutor principal
  • Região de Circulação do Veículo
  • Se o veículo segurado ficará em estacionamento ou garagem fechada
  • Qual a utilização do carro (se é para locomoção diária, lazer ou para uso profissional)
  • Se possui dispositivos de segurança (bloqueadores, rastreadores, etc.)

Por que é importante comparar diferentes seguradoras?

Nem todas as coberturas de seguro automotivo são iguais. Diferentes seguradoras se especializam em cidades, perfis e coberturas. Por exemplo, algumas seguradoras indenizam seu carro pelo preço de 0 km nos primeiros 6 meses, outras oferecem carro reserva com ar-condicionado por até 15 dias e até mesmo serviços residenciais.

Por isso, tenha sempre em mente suas necessidades na hora de escolher o seguro. Para uma pessoa que viaja muito, uma quilometragem de guinchos mais alta é importante, enquanto para quem não tem alternativas de transporte ou que usa o carro para trabalhar, um carro reserva oferece uma excelente vantagem, por exemplo.

Além disso, cada seguradora tem a sua estratégia de preços para diferentes segmentos:

O seguro protege somente contra batidas e roubos ou furtos?

Não, ele tem muito mais coberturas! Uma apólice de seguro compreensivo oferece coberturas para roubo e furto, colisões, quedas de objetos, incêndios, enchentes e alagamentos,  despencamento de ribanceiras ou pontes. Em caso de um sinistro, você recebe a indenização de acordo com a Tabela FIPE.

Mas mesmo que você não sofra um sinistro durante a vigência do seu seguro, você ainda pode aproveitar as assistências 24 horas da sua seguradora. Uma pane seca no meio da avenida não é considerada um sinistro, mas você pode contar com a assistência de um técnico indicado pela sua seguradora sem pagar a mais por isso.

Fonte: BIDU CORRETORA DE SEGUROS

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Seguro popular para automóveis

Em tempos “bicudos”, uma boa alternativa, bem mais barato para quem tem pouco recurso e não quer correr o rico de ficar sem o seguro do carro…

Esse seguro, também chamado de “Seguro Auto Popular”, regulamentado pela Resolução CNSP n° 336, de 2016, se diferencia do seguro auto tradicional por permitir a utilização de peças usadas oriundas de empresas de desmontagem para a recuperação de veículos sinistrados. A apólice deve informar claramente ao segurado as condições de utilização de peças usadas, quando houver.

A remoção da peça usada para posterior reutilização deve ser executada por empresa especializada estando tal atividade regulamentada pela Lei 12.977, de 2014.

O seguro auto popular tem como coberturas principais:

  • Colisão, Incêndio e Roubo/Furto ou
  • Colisão e Incêndio

E como coberturas adicionais (que podem ou não ser contratadas):

  • Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos,
  • Acidentes Pessoais de Passageiros e
  • Assistência aos segurados

O normativo veda a oferta de cobertura que preveja apenas indenização integral por colisão, mas valem para o Seguro Auto Popular as mesmas regras do seguro auto:

  • A indenização integral é devida quando os prejuízos resultantes de um mesmo sinistro atingirem ou ultrapassarem 75% do valor contratado
  • O segurado deve ter a possibilidade de escolher entre as modalidades de indenização integral a “valor de mercado referenciado” ou a “valor determinado” e
  • A seguradora não pode aplicar franquia no caso de indenização integral.

Em carros muito antigos, pode ser difícil estabelecer seu valor de mercado para efeito de indenização integral. Nesses casos, a apólice, bilhete ou certificado (este no caso de plano coletivo) deve deixar claro a regra de ajuste que permite chegar-se ao valor de mercado.

A norma legal permite que as seguradoras ofertem esse seguro apenas com a opção de reparo do veiculo sinistrado em rede referenciada (e não em oficina de sua livre escolha), exigindo-se que a seguradora cientifique o segurado dessa cláusula.

Além disso, a norma permite que a seguradora possa fixar uma idade mínima do veículo para obtenção do seguro.  Converse com o seu corretor.

 

Fonte. tudosobreseguros

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